“Afronta e falta de respeito ao povo”, diz senador Walter Pinheiro sobre manutenção do mandato de Natan Donadon

Walter Pinheiro: “Que condições teríamos nós para avaliar se houve ou não houve desvio de recurso, se o senador ou deputado cometeu esse ou aquele crime? Parlamentar tem ter imunidade para palavra, opinião e voto. Portanto, não pode ter imunidade fiscal, não pode ter imunidade para o crime, deve ser como todo cidadão”.
Walter Pinheiro: “Que condições teríamos nós para avaliar se houve ou não houve desvio de recurso, se o senador ou deputado cometeu esse ou aquele crime? Parlamentar tem ter imunidade para palavra, opinião e voto. Portanto, não pode ter imunidade fiscal, não pode ter imunidade para o crime, deve ser como todo cidadão”.
Walter Pinheiro: “Que condições teríamos nós para avaliar se houve ou não houve desvio de recurso, se o senador ou deputado cometeu esse ou aquele crime? Parlamentar tem ter imunidade para palavra, opinião e voto. Portanto, não pode ter imunidade fiscal, não pode ter imunidade para o crime, deve ser como todo cidadão”.
Walter Pinheiro: “Que condições teríamos nós para avaliar se houve ou não houve desvio de recurso, se o senador ou deputado cometeu esse ou aquele crime? Parlamentar tem ter imunidade para palavra, opinião e voto. Portanto, não pode ter imunidade fiscal, não pode ter imunidade para o crime, deve ser como todo cidadão”.

Em pronunciamento no plenário, hoje (29/08/2013), o senador Walter Pinheiro (PT-BA) disse que a decisão da Câmara que manteve o mandato do deputado Natan Donadon (sem partido-RO), na noite de ontem (28), marca de “forma ruim” o Parlamento e representa “uma afronta e uma falta de respeito ao povo brasileiro, pois feriu as regras centrais da cidadania”.

Ele defendeu a votação imediata da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 20/2013, que prevê a adoção de voto aberto para todas as decisões do Congresso Nacional. Pinheiro também cobrou a votação imediata da PEC 18/2013, que torna automática a perda do mandato de parlamentar nas hipóteses de improbidade administrativa ou de condenação por crime contra a administração pública.

Embora tenha escapado da cassação, Donadon já havia sido condenado anteriormente em decisão transitada em julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 13 anos de prisão por crime de peculato e formação de quadrilha.

“Se já estivéssemos com essa pauta avançada, o presidente da Câmara poderia ter adiado a votação. Temos obrigação de correr com isso”, disse. Pinheiro disse que os Plenários das duas Casas do Congresso só devem ser consultados sobre casos relacionados à quebra do decoro parlamentar no que se refere às ações políticas. Ele afirmou que “crime é crime”, e deve ser investigado e julgado pelas autoridades policiais e judiciais, que teriam mais rigor e capacidade para a função.

“Que condições teríamos nós para avaliar se houve ou não houve desvio de recurso, se o senador ou deputado cometeu esse ou aquele crime? Parlamentar tem ter imunidade para palavra, opinião e voto. Portanto, não pode ter imunidade fiscal, não pode ter imunidade para o crime, deve ser como todo cidadão”, defendeu.

Redação do Jornal Grande Bahia
Sobre Redação do Jornal Grande Bahia 108862 Artigos
O Jornal Grande Bahia (JGB) é um portal de notícias com sede em Feira de Santana e abrange as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador. Para enviar informações, fazer denúncias ou comunicar erros do jornal mantenha contato através do e-mail: [email protected]