Visita do papa ao Brasil | Mensagem de Francisco é pela renovação da Igreja Católica

Papa Francisco: Quem guia a pastoral, a Missão Continental (seja programática seja paradigmática), é o bispo. Ele deve guiar, que não é o mesmo que comandar. Além de assinalar as grandes figuras do episcopado latino-americano que todos nós conhecemos, gostaria de acrescentar aqui algumas linhas sobre o perfil do Bispo, que já disse aos Núncios na reunião que tivemos em Roma. Os bispos devem ser pastores, próximos das pessoas, pais e irmãos, com grande mansidão: pacientes e misericordiosos. Homens que amem a pobreza, quer a pobreza interior como liberdade diante do Senhor, quer a pobreza exterior como simplicidade e austeridade de vida. Homens que não tenham “psicologia de príncipes”. Homens que não sejam ambiciosos e que sejam esposos de uma Igreja sem viver na expectativa de outra.
Papa Francisco: Quem guia a pastoral, a Missão Continental (seja programática seja paradigmática), é o bispo. Ele deve guiar, que não é o mesmo que comandar. Além de assinalar as grandes figuras do episcopado latino-americano que todos nós conhecemos, gostaria de acrescentar aqui algumas linhas sobre o perfil do Bispo, que já disse aos Núncios na reunião que tivemos em Roma. Os bispos devem ser pastores, próximos das pessoas, pais e irmãos, com grande mansidão: pacientes e misericordiosos. Homens que amem a pobreza, quer a pobreza interior como liberdade diante do Senhor, quer a pobreza exterior como simplicidade e austeridade de vida. Homens que não tenham “psicologia de príncipes”. Homens que não sejam ambiciosos e que sejam esposos de uma Igreja sem viver na expectativa de outra.
Papa Francisco: Quem guia a pastoral, a Missão Continental (seja programática seja paradigmática), é o bispo. Ele deve guiar, que não é o mesmo que comandar. Além de assinalar as grandes figuras do episcopado latino-americano que todos nós conhecemos, gostaria de acrescentar aqui algumas linhas sobre o perfil do Bispo, que já disse aos Núncios na reunião que tivemos em Roma. Os bispos devem ser pastores, próximos das pessoas, pais e irmãos, com grande mansidão: pacientes e misericordiosos. Homens que amem a pobreza, quer a pobreza interior como liberdade diante do Senhor, quer a pobreza exterior como simplicidade e austeridade de vida. Homens que não tenham “psicologia de príncipes”. Homens que não sejam ambiciosos e que sejam esposos de uma Igreja sem viver na expectativa de outra.
Papa Francisco: Quem guia a pastoral, a Missão Continental (seja programática seja paradigmática), é o bispo. Ele deve guiar, que não é o mesmo que comandar. Além de assinalar as grandes figuras do episcopado latino-americano que todos nós conhecemos, gostaria de acrescentar aqui algumas linhas sobre o perfil do Bispo, que já disse aos Núncios na reunião que tivemos em Roma. Os bispos devem ser pastores, próximos das pessoas, pais e irmãos, com grande mansidão: pacientes e misericordiosos. Homens que amem a pobreza, quer a pobreza interior como liberdade diante do Senhor, quer a pobreza exterior como simplicidade e austeridade de vida. Homens que não tenham “psicologia de príncipes”. Homens que não sejam ambiciosos e que sejam esposos de uma Igreja sem viver na expectativa de outra.

No discurso mais longo desde que assumiu o pontificado, em março, o papa Francisco apelou na sexta-feira (27/07/2013) aos líderes da Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil que usem a inspiração para pregar a religião, respeitando a laicidade do Estado e contribuindo com a sociedade. Francisco discursou durante encontro com religiosos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e vários segmentos da Igreja, no Palácio Arquiepiscopal de São Joaquim, na Glória.

No encontro com o papa, participaram 300 integrantes da CNBB e mais de 400 bispos. O porta-voz do Vaticano e diretor da Sala de Imprensa, padre Federico Lombardi, disse que o papa deve usar o mesmo tom durante o encontro que terá amanhã (28) com o Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), formado por bispos da América do Sul e do Caribe cuja sede é em Bogotá, capital da Colômbia.

“[O discurso de hoje na CNBB] foi o mais longo do pontificado até agora. Penso que o discurso de amanhã [para o Celam] pode ser algo similar. Nesta viagem, o papa tem o desejo de falar aos bispos do Brasil e da América Latina de uma maneira muito forte, ampla e inspiradora, orientando sobre a missão da Igreja na região”, disse o porta-voz.

Lombardi lembrou que Francisco defende a “cultura do encontro” que é a busca do consenso e de acordos, por meio do diálogo. “A religião não tem que ser excluída, de ter presença ativa e propositiva da sociedade. A religião não tem que ser superior nem impôr sua presença, mas tem que dar sua contribuição de maneira positiva”, disse o porta-voz.

O porta-voz acrescentou que:  “A missão da Igreja hoje e os problemas atuais foram expressados de maneira muito honesta e concreta [pelo papa Francisco], mas sem medo e com esperança de continuar o caminho”.

Lombardi analisou ainda o discurso de Francisco sobre a laicidade do Estado, no Theatro Municipal do Rio. O Brasil é um Estado laico em que o país oficialmente é neutro em relação às questões religiosas.

“Há, principalmente, na Europa uma ideia que vê a laicidade, como a religião, totalmente de fora da vida pública e sem função ativa na vida da sociedade. Mas, há também uma laicidade que é capaz de tomar contribuições de todos os componentes da sociedade, entre eles, as organizações religiosas. É o mesmo que o Bento XVI dizia nos últimos anos. Liberdade religiosa é a liberdade da religião de dar uma contribuição ativa e positiva à sociedade”, ressaltou o porta-voz.

Lombardi elogiou a encenação da Via Sacra ontem à noite, na Praia de Copacabana, e disse que Francisco gostou particularmente das adaptações dos textos à realidade atual do mundo. “O papa gostou muito da Via Sacra e do esforço de atualização dos significados para os jovens e para o mundo de hoje”.

A encenação da Via Sacra, que representa o caminho feito por Jesus Cristo carregando a cruz, sendo humilhado até a crucificação, incluiu temas, como a evangelização no mundo digital, a prisão e o desemprego de jovens, a inclusão de deficientes físicos, o respeito a minorias, o aborto e a dependência química.

Papa confirma próxima jornada em Cracóvia

A notícia que a próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ) será em Cracóvia, na Polônia, em 2016, foi dada pelo papa Francisco, durante a Missa de Envio, antes da oração do Angelus, e foi recebida com muitos aplausos e alegria pelos fiéis. A missa é a última celebrada por Francisco no Rio. Logo após a oração, muitos gritaram o nome do país e do papa João Paulo II, em cujo pontificado começaram a ser realizadas as jornadas da Juventude.

Bandeiras da Polônia são agitadas a todo momento e faixas com o nome de João Paulo II são erguidas pelos que acompanharam a cerimônia. Um grupo de 30 pessoas, que vieram de Varsóvia, comemorou a confirmação da escolha da cidade de Cracóvia para a próxima jornada e convidou os brasileiros a conhecer a Polônia.

Um deles, o padre Krystian Chmiefewski, disse que vai ser difícil fazer uma JMJ melhor que a do Brasil. “Para nós, apesar de tudo, o Rio foi melhor do que Madri [em 2011] e que a Alemanha [em Colônia, em 2005]. O espírito do povo, alegre e fácil, inclusive dos motoristas de ônibus, que pararam inúmeras vezes para nos deixar tirar fotos,  é uma coisa incrível no Brasil”, elogiou Chmiefewski.

O estudante Mikhal Sadownikis, de 18 anos, ressaltou que é difícil imaginar tantas pessoas reunidas na Polônia, mas disse que receberá com a mesma hospitalidade os brasileiros e pessoas de outras naçãoes que forem à próxima jornada. “Estou muito feliz, venham para a minha cidade. Vou recebê-los na minha casa.”

Reunidos nas areias da Praia de Copacabana, entre o Posto 5 e  o 6, onde passaram a noite, dez jovens da cidade de Gdynia, na Polônia, ficaram emocionados com a escolha de uma cidade polonesa para sede da próxima jornada.

“A Polônia merece. Somos um grupo grande de católicos, mas as pessoas não  praticam, não vão à igreja. A Jornada Mundial da Juventude vai dar esperança ao povo polonês, que também tem sofrido com a situação política”, disse Patrick Lehmann, de 18 anos.

Todos os integrantes do grupo convidam os brasileiros a conhecer Cracóvia. “Venham, vocês vão gostar, vamos retribuir”, reforçou o padre Krystian.

Ao comentar a escolha de Cracóvia para sede da próxima JMJ, o arcebispo da cidade, dom Stanislaw Dziwisz, que participou da missa, disse que os poloneses esperaram muito por este momento. Segundo ele, há um grande entusiasmo, não só entre os jovens poloneses, mas entre todos os que estão no Rio. “Estou seguro de que, neste momento, em Cracóvia, a alegria é incontida, porque é desejo de todos ser tocados com mais profundidade ainda pelo amor de Cristo”, afirmou o arcebispo.

“Esta decisão é uma expressão de gratidão a Deus pela próxima canonização de João Paulo II. É um ato que dá continuidade à grande obra de João Paulo II: um patrimônio que devemos levar adiante”, concluiu dom Dziwisk. Morto em 2005, João Paulo II foi arcebispo de Cracóvia, que fica a 50 quilômetros de Wadowice, sua cidade natal.

Desde o pontificado de Bento XVI, a Jornada Mundial da Juventude é realizada de três em três anos. Como o último encontro foi em 2011, em Madri, a  jornada que se encerra hoje no Rio seria em 2014, mas foi antecipada para não coincidir com a Copa do Mundo, que será realizada no próximo ano, nesse período, no Brasil. Com a JMF de Cracóvia marcada para 2016, retoma-se o intervalo de três anos entre os eventos.

Leia +

Discurso do papa Francisco no encontro com o Comitê de Coordenação do Conselho Episcopal Latino-Americano

Banner do JGB: Campanha ‘Siga a página do Jornal Grande Bahia no Google Notícias’.
Sobre Redação do Jornal Grande Bahia 112673 Artigos
O Jornal Grande Bahia (JGB) é um portal de notícias com sede em Feira de Santana e abrange as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador. Para enviar informações, fazer denúncias ou comunicar erros do jornal mantenha contato através do e-mail: [email protected]