Presidenta Dilma Rousseff disse que bloqueios de rodovias federais ferem ordem do país e manda PF investigar

Dilma Rousseff: meu governo não ficará quieto durante o processo de interrupção de rodovias. Ordem significa democracia, respeito às condições da produção e de circulação da população. Não tenham dúvidas que o governo não negocia isso, não concordamos com processos que levem a qualquer turbulência nas atividades produtivas e na vida das pessoas.
Dilma Rousseff: meu governo não ficará quieto durante o processo de interrupção de rodovias. Ordem significa democracia, respeito às condições da produção e de circulação da população. Não tenham dúvidas que o governo não negocia isso, não concordamos com processos que levem a qualquer turbulência nas atividades produtivas e na vida das pessoas.
Dilma Rousseff: meu governo não ficará quieto durante o processo de interrupção de rodovias. Ordem significa democracia, respeito às condições da produção e de circulação da população. Não tenham dúvidas que o governo não negocia isso, não concordamos com processos que levem a qualquer turbulência nas atividades produtivas e na vida das pessoas.
Dilma Rousseff: meu governo não ficará quieto durante o processo de interrupção de rodovias. Ordem significa democracia, respeito às condições da produção e de circulação da população. Não tenham dúvidas que o governo não negocia isso, não concordamos com processos que levem a qualquer turbulência nas atividades produtivas e na vida das pessoas.

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (03/07/2013) que as interrupções de rodovias federais por caminhoneiros nos últimos dias ferem a ordem do país. Segundo ela, o governo não concorda com qualquer processo que provoque turbulência nas atividades produtivas do país e na vida da população.

“Meu governo não ficará quieto durante o processo de interrupção de rodovias. Ordem significa democracia, respeito às condições da produção e de circulação da população. Não tenham dúvidas que o governo não negocia isso, não concordamos com processos que levem a qualquer turbulência nas atividades produtivas e na vida das pessoas”, disse.

Ela discursou na cerimônia de assinatura do primeiro anúncio público de terminais de uso privado (TUPs), no Palácio do Planalto. Durante o evento, a presidenta anunciou a primeira lista dos 50 portos privados que poderão ser abertos no país, com aporte de R$ 11 bilhões em investimentos particulares.

A presidenta mencionou a expressão “Ordem e Progresso” da bandeira do Brasil para dizer que ordem significa democracia. Dilma disse haver diferença entre bloqueios de caminhoneiros e das manifestações feitas pela população nas ruas das cidades nos últimos dias. “Uma coisa são manifestações pacíficas que muito engrandecem o país, outra muito diferente é acreditar que o país possa viver sem normalidade e estabilidade”.

Nos últimos dias caminhoneiros em protestos interditam, total ou parcialmente, rodovias federais no país. Hoje, trechos de rodovias que cortam estados da Região Sul foram bloqueadas. Ontem (2), segundo balanço nacional divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) sete estados tiveram estradas bloqueadas.

Polícia Federal investigará bloqueios de rodovias por caminhoneiros

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou, hoje (3) a abertura de inquérito para que a Polícia Federal (PF) investigue a atuação do Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC) na convocação da paralisação geral da categoria. Desde segunda-feira (1º), caminhoneiros bloqueiam trechos de rodovias em diversos estados para reivindicar redução nos custos dos transportes, o que inclui diminuição nos preços dos pedágios e do óleo diesel.

A decisão de Cardozo se dá em resposta a um pedido encaminhado pelo ministro dos Transportes, César Borges. Segundo o documento, enviado por Borges, o representante do MUBC, Nélio Botelho, declarou à imprensa que, a partir de 48 horas de paralisação, haveria desabastecimento em todo o país, principalmente em relação a produtos essenciais, como combustíveis e gêneros alimentícios.

“Diante dessas notícias, dos documentos que acompanham o presente expediente e da constatação de que as paralisações em rodovias federais ainda estão ocorrendo, solicito a Vossa Excelência a adoção das providências cabíveis para apuração de eventual ilícito penal praticado”, diz o documento.

Dilma diz que terminais de uso privado vão aumentar competitividade do país

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (03/07/2013) que o primeiro anúncio de terminais de uso privado (TUPs) é uma das medidas tomadas pelo governo para aumentar a competitividade do Brasil. Segundo ela, a participação do setor privado contribui para reduzir a burocracia na construção dos terminais. Dilma divulgou nessa manhã, em solenidade no Palácio do Planalto, a primeira lista de 50 portos privados que poderão ser abertos no país, com aporte de R$ 11 bilhões em investimentos particulares.

“É garantia de competitividade da economia brasileira. Estamos atacando um dos problemas mais graves que o Brasil tinha, que era na área de infraestrutura logística”, disse. “Essa questão da simplificação é muito importante. Fazer o simples pode parecer fácil, mas é o mais difícil, porque tem de garantir eficiência, boas práticas e que todos tenham as mesmas oportunidades”, acrescentou.

A presidenta destacou que a melhoria do sistema portuário é o “primeiro passo de uma longa caminhada” em busca de um sistema compatível com as necessidades do país. “Tudo isso se insere em um contexto mais amplo, do qual fazem parte várias medidas como redução de custo energia, regulamentação do pré-sal, construção de rodovias, ferrovias e aeroportos e também as grandes obras do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento],” comentou.

De acordo com o ministro da Secretaria Especial de Portos, Leônidas Cristino, em 2030 o país deverá movimentar mais de 2,25 bilhões de toneladas de mercadoria, e por isso o Brasil não pode abrir mão de investimentos tanto nos portos privados como nos públicos, com o objetivo de aumentar a capacidade e a eficiência das instalações portuárias.

“Não posso abrir mão nem dos portos públicos nem dos investimentos de autorizações que acabamos de lançar no primeiro pacote. Vamos cuidar de todos esses dois segmentos, melhorando gestão e eficiência, e com metas especificadas para os diretores das companhias docas”, disse o ministro.

Cristino acrescentou que, entre os investimentos públicos, estão previstas a ampliação de portos e dragagem, além da melhorias em canais de acessos e bacias de evolução. “Investimentos em inteligência logística é algo importantíssimo para os portos públicos. Vamos instalar neles o controle de tráfego marítimo inteligente e introduzir a carga inteligente. Vamos implementar também o Porto 24 Horas em todos os portos públicos. O Porto sem Papel já é realidade”, informou Cristino.

O Porto 24 Horas, que prevê funcionamento ininterrupto dos terminais portuários, é uma das medidas da Lei dos Portos, cuja regulamentação foi publicada na última sexta-feira (28) no Diário Oficial da União. O Porto sem Papel, por outro lado, é um programa iniciado em 2010 que diminui a burocracia de entrada dos navios no país, permitindo otimizar os processos de importação e exportação.

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