Novas cédulas de R$ 2 e de R$ 5 têm camada protetora contra sujeira

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Banco Central lança a segunda família de notas do Real.
Banco Central lança a segunda família de notas do Real.

Banco Central lança a segunda família de notas do Real.
Banco Central lança a segunda família de notas do Real.

BC lança cédulas de R$ 2 e 5.
BC lança cédulas de R$ 2 e 5.

As novas cédulas de R$ 2 e de R$ 5, que entraram em circulação ontem (29/07/2013), têm uma camada protetora contra sujeira, disse o diretor de Administração do Banco Central (BC), Altamir Lopes. Na solenidade de lançamento das cédulas, ele explicou que a proteção tem como objetivo impedir o desgaste rápido das notas, que são as mais manuseadas por serem de baixo valor.

As cédulas de R$ 2 e de R$ 5 concluem o lançamento da nova família de notas do real. De acordo com Lopes, a substituição das cédulas antigas está mais adiantada nas notas de maior valor, cujas novas versões saíram há três anos. Segundo o diretor do BC, 71,3% das cédulas de R$ 100 e 63,8% das de R$ 50 foram trocadas. Quanto às notas de R$ 20 e de R$ 10, já foram substituídas 31,3% e 36,9%, respectivamente.

As novas cédulas trazem elementos adicionais de segurança, como número escondido, marca-d’água e alto-relevo, já presentes nas de R$ 50 e R$ 100 e de R$ 10 e R$ 20, lançadas respectivamente em 2010 e 2012.

O número escondido – numeral com o valor da nota – fica visível quando a cédula é colocada na posição horizontal, na altura dos olhos, em local com bastante luz. A marca-d’água revela o valor da nota e a imagem do respectivo animal: a tartaruga marinha, na nota de R$ 2, e a garça, na de R$ 5. O alto-relevo pode ser sentido pelo tato em diversas áreas da parte da frente das cédulas.

As novas notas encerram o ciclo de substituições iniciado pela autoridade monetária em 2010. Naquele ano, foram divulgadas imagens dos seis novos modelos. As cédulas da segunda família do real trazem o valor da nota no canto superior direito.

O Banco Central esclarece ainda que as notas antigas não perderão valor. Elas serão substituídas gradualmente no dia a dia, conforme forem tiradas de circulação por causa do desgaste natural.

*Com informações da Agência Brasil.

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Sobre Carlos Augusto 10044 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).