Em Feira de Santana, moradores do Conjunto Feira VII poderão renegociar dívidas com a Caixa Econômica e quitar imóveis a preços reduzidos

Zé Neto e direção da Caixa. Moradores do Conjunto Feira VII poderão renegociar suas dívidas com a CAIXA e quitar seus imóveis a preços reduzidos.
Zé Neto e direção da Caixa. Moradores do Conjunto Feira VII poderão renegociar suas dívidas com a CAIXA e quitar seus imóveis a preços reduzidos.
Zé Neto e direção da Caixa. Moradores do Conjunto Feira VII poderão renegociar suas dívidas com a CAIXA e quitar seus imóveis a preços reduzidos.
Zé Neto e direção da Caixa. Moradores do Conjunto Feira VII poderão renegociar suas dívidas com a CAIXA e quitar seus imóveis a preços reduzidos.

Depois de quase seis meses de negociações com a Caixa Econômica Federal, o Ministério Público Federal, a Empresa Gestora de Ativos (Emgea) e a Associação dos Moradores do Conjunto Habitacional Feira VII – localizado em Feira de Santana – o deputado estadual líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia, Zé Neto (PT), e o representante da Associação, Mário Sampaio, puderam comemorar, nesta quarta-feira (10/07/2013), em Brasília, acordo celebrado com a Emgea que possibilitará a renegociação e quitação das dívidas dos mutuários com a CAIXA a preços reduzidos.

As renegociações serão iniciadas a partir da próxima quarta-feira (17), na Superintendência Regional da Caixa Econômica, em Feira de Santana, e segue pelo período de 90 dias.

De acordo com a CAIXA, os preços variam entre R$ 3.252,00 para imóveis de um quarto, 3.770,00 para os de dois quartos e R$ 5.930 para imóveis de três quartos. Esses valores são para pagamento à vista, podendo também ser refinanciados em até 10 anos com juros de 8% ao ano.

Outra novidade para os mutuários de Feira de Santana é que oito empreendimentos (Chácara da Mangabeira, Condomínio Oyama Figueiredo, Conjunto Francisco Pinto, Conjunto Feira IX, Parque Cajueiro, Conjunto Prisco Viana, Conjunto Raquel de Figueiredo e Terra do Bosque) serão contemplados por esta mesma modalidade de renegociação. Em regime de mutirão, estes serão atendidos pela CAIXA logo que sejam finalizadas as negociações com o conjunto Feira VII. Representações desses conjuntos e condomínios  serão chamadas à mesa de negociação para debater as bases e valores finais, da mesma forma que foi feito com o Conjunto Feira VII.

Esses conjuntos e condomínios ainda representam mais de 1.400 unidades inadimplentes que estão sob controle da Emgea. A expectativa do deputado Zé Neto é que, com acordos, na mesma direção do que foi feito com o Conjunto Feira VII, possam, finalmente, quitar as unidades ainda inadimplentes.

“Estamos conversando com a Caixa Econômica, o Ministério Público Federal, a Emgea e associações e já podemos comemorar esse momento e avançar para que os mutuários de todos os conjuntos habitacionais da cidade deixem de sofrer com o pesadelo da inadimplência e a possibilidade de perder as casas que ocupam”, disse o deputado.

De acordo com o parlamentar, há 15 anos, Feira de Santana já teve mais de 22 mil imóveis em débito e aptos para terem ordens de despejo executadas. “Atualmente, pouco mais de 1.400 correm esse risco e com a medida anunciada hoje, minha esperança é que logo, logo possamos zerar o número existente. Não posso deixar de agradecer a Superintendência da Caixa Econômica em Feira de Santana  e ao Ministério Público Federal regional pela intervenção no sentido de ajudar a compor essa importante saída que vai dar tranquilidade a muitas famílias que vinham perdendo o sono com o risco de perder suas casas”, comemorou Zé Neto.

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Sobre Carlos Augusto 9607 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).