Documentário “Orgulho de Ser Brasileiro” deve ser visto e discutido em todas as instituições de ensino do país

Cartaz do documentário Orgulho de Ser Brasileiro.
Cartaz do documentário Orgulho de Ser Brasileiro.
Cartaz do documentário Orgulho de Ser Brasileiro.
Cartaz do documentário Orgulho de Ser Brasileiro.
Adalberto Piotto, diretor do documentário.
Adalberto Piotto, diretor do documentário.
Max de Castro, Simoninha e o diretor Adalberto Piotto
Max de Castro, Simoninha e o diretor Adalberto Piotto
Fernando Henrique Cardoso participa do documentário.
Fernando Henrique Cardoso participa do documentário.
Marina Silva participa do documentário.
Marina Silva participa do documentário.
Ferréz participa do documentário.
Ferréz participa do documentário.
Mayanna Zatz participa do documentário.
Mayanna Zatz participa do documentário.

Dirigido por Adalberto Piotto, documentário “Orgulho de Ser Brasileiro” discute o Brasil contemporâneo a partir da opinião de personalidades nacionais. O caleidoscópio de visões captado pelo documentário, através da percepção de brasileiros que vivem no Brasil e no exterior, conforma um conjunto de opiniões sobre o mesmo país, o mesmo povo. Opiniões que em determinado momento convergem, ao afirmar que o país avançou, que é contraditório socialmente, que precisa de mais educação. Em outros momentos as opiniões divergem em visões caricatas. Desta diversidade é que emerge um filme repleto de temas a serem debatidos sobre o Brasil e os brasileiros.

A riqueza está na diversidade, como expressado por um dos entrevistados por Piotto. O título do filme remete a pergunta principal que desencadeia uma profunda discussão sobre o país, o povo e nós mesmos: ‘Você tem orgulho de ser brasileiro?’. A pergunta conduz a uma riqueza de opiniões que devem ser debatidas nas instituições de ensino do país. O filme, neste aspecto, torna-se um importante suporte intelectual para as discussões.

Diretor comenta

Segundo Adalberto Piotto, o documentário “Orgulho de Ser Brasileiro” discute o sentimento envolto na mais emblemática frase que se ouve no país – e que dá título ao filme – a partir de depoimentos de vários brasileiros.

Piotto explica que a narrativa do filme é permeada por uma busca pessoal, pelo sentimento de orgulho de ser do Brasil. Para realizar o documentário foram entrevistados personalidades como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o artista plástico Romero Britto, o técnico da seleção brasileira na Copa de 94 Carlos Alberto Parreira, a geneticista Mayana Zatz, a ex-senadora e ministra Marina Silva, o ex-ministro da Saúde Adib Jatene, o dramaturgo Gerald Thomas, além de outras personalidades, que se dividem em depoimentos ao longo do documentário questionando o Brasil e se questionando sobre a cultura dos brasileiros e o momento do país.

O documentário é ancorado numa narrativa dinâmica com fotografia conceitual que explora vários ângulos dos entrevistados, com depoimentos instigantes, o filme é permeado por trechos do hino nacional interpretado por Badi Assad. Piotto explica que o documentário tem formato provocativo, e promete ir muito além do “Ouviram do Ipiranga” ou do sentimento-padrão de que “o brasileiro é o melhor povo do mundo” a que “nos acostumamos”. O filme reitera o que temos de nos orgulhar e expõe o que temos de corrigir.

Foram entrevistados:

Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, ex-presidente da República de 1995 a 2002

Romero Britto, artista plástico radicado em Miami.

Carlos Alberto Parreira, técnico do Brasil campeão na Copa de 1994

Marina Silva,ambientalista, ex-senadora, ex-ministra do Meio Ambiente

Gerald Thomas, dramaturgo, autor e escritor radicado em Nova York

Roberto Romano, filósofo, professor de Ética Política da UNICAMP

Mayana Zatz, geneticista, professora do Departamento de Genética da USP, diretor do Centro de Estudos do Genoma Humano.

Ferréz, escritor, autor, morador e presidente de ONG no bairro do Capão Redondo, zona Sul de São Paulo.

Carlos Borges, jornalista e empresário de eventos com brasileiros em vários países do mundo. Radicado na Flórida, EUA.

Simoninha, músico, cantor e compositor

Max de Castro, músico, cantor e compositor

Dom Angélico Sândalo Bernardino, bispo emérito de Blumenau e ativista social

Yara Gouveia, corretora de imóveis em Miami e uma das líderes em vendas de casas e apartamentos para brasileiros nos EUA. Radicada em Miami.

Didú Russo, colunista de vinhos, palestrante, publicitário e blogueiro.

Badi Assad, cantora, compositora e intérprete do Hino Nacional Brasileiro no filme.

Saiba +

Título do filme: Orgulho de Ser Brasileiro

Direção, argumento e roteiro original: Adalberto Piotto

Formato: Documentário em longa-metragem de 88 minutos de duração

Produção: Piotto Produções

Estágio atual: filme finalizado

Previsão de início de distribuição: 2º semestre de 2013

Contrapartida social do produtor: distribuição gratuita de 3 mil DVDs

Filme produzido pela Lei de Incentivo à cultura, do Ministério da Cultura, sob Pronac 11 1930 e patrocinado pela CESP com uso da Lei Rouanet.

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Sobre Carlos Augusto 9707 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).