Vereador feirense Pablo Roberto tece elogios e críticas à organização da Micareta 2013

Pablo Roberto: “O que a gente questiona no espaço Quilombola é que, infelizmente, o público não freqüenta. A Prefeitura não tem culpa se as atrações desse espaço não levam público. É lamentável, porque é, realmente, um centro de cultura, onde se apresentam, principalmente os artistas de Feira”
Pablo Roberto: “O que a gente questiona no espaço Quilombola é que, infelizmente, o público não freqüenta. A Prefeitura não tem culpa se as atrações desse espaço não levam público. É lamentável, porque é, realmente, um centro de cultura, onde se apresentam, principalmente os artistas de Feira”
Pablo Roberto: “O que a gente questiona no espaço Quilombola é que, infelizmente, o público não freqüenta. A Prefeitura não tem culpa se as atrações desse espaço não levam público. É lamentável, porque é, realmente, um centro de cultura, onde se apresentam, principalmente os artistas de Feira”
Pablo Roberto: “O que a gente questiona no espaço Quilombola é que, infelizmente, o público não freqüenta. A Prefeitura não tem culpa se as atrações desse espaço não levam público. É lamentável, porque é, realmente, um centro de cultura, onde se apresentam, principalmente os artistas de Feira”

A Micareta de Feira de Santana deste ano, que aconteceu, oficialmente, entre os dias 25 e 28 de abril, foi tema de discurso do vereador Pablo Roberto (PT), na sessão legislativa, desta terça-feira (30/04/2013).

O petista iniciou seu pronunciamento tecendo elogios ao trabalho da Guarda Municipal de Feira de Santana e das Polícias Civil e Militar durante a festa momesca.

Segundo ele, “a Guarda Municipal atuou, de forma significativa, na Micareta, no que diz respeito à organização dos espaços, sobretudo através do diálogo que teve com as pessoas que ocupavam o solo durante a festa”.

Quanto ao trabalho das Polícias, Pablo disse que pode perceber o quanto foi importante a atuação da Civil e da Militar na redução das ocorrências policiais, em comparação ao ano passado.

Críticas

O petista reclamou da ausência de seguranças nos portões que davam acesso ao circuito Maneca Ferreira. De acordo com ele, no segundo dia da Micareta, os trabalhadores desses locais abandonaram os postos de trabalho, sob alegação de que estavam sendo ameaçados pelo dono da empresa contratante. “E providências não foram adotadas para corrigir esse erro”, afirmou Pablo, culpando a organização do evento.

O edil também se queixou da morosidade na liberação de trios elétricos. “A Micareta de Feira ainda não consegue começar cedo por conta da falta de diálogo deste Governo com a classe empresarial, uma vez que o comércio funciona, o povo trabalha e não pode ir para avenida mais cedo. A Prefeitura segura os trios e, quando são liberados, solta um atrás do outro, causando um enorme engarrafamento”, disse.

Pablo ainda criticou o Governo Municipal pela “falta de estrutura do espaço Quilombola”, que, segundo ele, “tem um acesso ruim, é mal iluminado e desorganizado. Esse espaço, da forma que está, tem provocado um verdadeiro apartheid na Micareta. A Prefeitura tem que revitalizar aquilo ali e fazer com que ele vá para o circuito Maneca Ferreira”.

Ele acrescentou que o Governo Municipal precisa dar mais apoio financeiro para os afoxés, escolas de samba e blocos afro que desfilam no espaço Quilombola.

Sobre o assunto, o vereador José Carneiro disse que ninguém pode reclamar do apoio da Prefeitura, porque, segundo ele, foi dado. “O que a gente questiona no espaço Quilombola é que, infelizmente, o público não freqüenta. A Prefeitura não tem culpa se as atrações desse espaço não levam público. É lamentável, porque é, realmente, um centro de cultura, onde se apresentam, principalmente os artistas de Feira”, salientou.

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Sobre Carlos Augusto 9606 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).