Ex-governador Paulo Souto compara avaliação do governo com a da FAEB sobre a seca

Paulo Souto: “Enquanto o Governo do Estado afirma em seu compêndio de ilusões que o alto investimento na oferta de água minimizou os efeitos da seca e a estratégia de convivência com o semiárido se tornou uma realidade em nosso estado, classificando de estruturantes a construção de cisternas, a Faeb expõe a realidade de um prejuízo de R$ 4,6 bilhões ao setor agropecuário e a queda de 9% do PIB do segmento em 2012”
Paulo Souto: “Enquanto o Governo do Estado afirma em seu compêndio de ilusões que o alto investimento na oferta de água minimizou os efeitos da seca e a estratégia de convivência com o semiárido se tornou uma realidade em nosso estado, classificando de estruturantes a construção de cisternas, a Faeb expõe a realidade de um prejuízo de R$ 4,6 bilhões ao setor agropecuário e a queda de 9% do PIB do segmento em 2012”
Paulo Souto: “Enquanto o Governo do Estado afirma em seu compêndio de ilusões que o alto investimento na oferta de água minimizou os efeitos da seca e a estratégia de convivência com o semiárido se tornou uma realidade em nosso estado, classificando de estruturantes a construção de cisternas, a Faeb expõe a realidade de um prejuízo de R$ 4,6 bilhões ao setor agropecuário e a queda de 9% do PIB do segmento em 2012”
Paulo Souto: “Enquanto o Governo do Estado afirma em seu compêndio de ilusões que o alto investimento na oferta de água minimizou os efeitos da seca e a estratégia de convivência com o semiárido se tornou uma realidade em nosso estado, classificando de estruturantes a construção de cisternas, a Faeb expõe a realidade de um prejuízo de R$ 4,6 bilhões ao setor agropecuário e a queda de 9% do PIB do segmento em 2012”

“Propaganda e mistificação”. É o que conclui o ex-governador Paulo Souto quando compara o texto edulcorado sobre a seca do Balanço de Seis Anos do Governo do Estado com a avaliação técnica da Federação de Agricultura do Estado da Bahia (Faeb) sobre as consequências da estiagem no território baiano.

“Enquanto o Governo do Estado afirma em seu compêndio de ilusões que o alto investimento na oferta de água minimizou os efeitos da seca e a estratégia de convivência com o semiárido se tornou uma realidade em nosso estado, classificando de estruturantes a construção de cisternas, a Faeb expõe a realidade de um prejuízo de R$ 4,6 bilhões ao setor agropecuário e a queda de 9% do PIB do segmento em 2012”, diz Souto.

Para ele, o Balanço do Governo contraria totalmente os fatos apresentados pela Faeb, que calcula entre cinco a 10 anos para a recuperação dos prejuízos. “Apesar da morte de mais de 800 mil bovinos, perdas de 60% da produção de café, 70% de leite e 90% da colheita de feijão e milho, o Governo do Estado diz que ‘o setor agropecuário resistiu às dificuldades da seca e demonstrou estar fortalecido para resistir as adversidades do clima, graças à consolidação das medidas de convivência com o semiárido implantadas nos últimos seis anos’”.

Deixa estupefato o ex-governador Paulo Souto a mistificação produzida pelo Governo do Estado no Balanço de Seis Anos. “Para o governo, ninguém perdeu a produção, o rebanho não foi dizimado, os projetos de irrigação não tiveram o suprimento de água suspenso, não houve racionamento para o abastecimento humano, porque, pelo jeito, o que vale não é a realidade, mas a propaganda”.

Carlos Augusto
Sobre Carlos Augusto 9321 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).