Senador Walter Pinheiro defende expansão da energia eólica na matriz nacional

Walter Pinheiro: “Estamos falando de algo que começou ontem, e, quando olhamos para a Bahia, os investimentos chegam a 25 de bilhões de reais. Me refiro aos parques e à atração de empresas, sejam elas produtoras de aerogeradores, de pás, de torres ou até de componentes e estruturas utilizadas nessas torres”
Walter Pinheiro: “Estamos falando de algo que começou ontem, e, quando olhamos para a Bahia, os investimentos chegam a 25 de bilhões de reais. Me refiro aos parques e à atração de empresas, sejam elas produtoras de aerogeradores, de pás, de torres ou até de componentes e estruturas utilizadas nessas torres”
Walter Pinheiro: “Estamos falando de algo que começou ontem, e, quando olhamos para a Bahia, os investimentos chegam a 25 de bilhões de reais. Me refiro aos parques e à atração de empresas, sejam elas produtoras de aerogeradores, de pás, de torres ou até de componentes e estruturas utilizadas nessas torres”
Walter Pinheiro: “Estamos falando de algo que começou ontem, e, quando olhamos para a Bahia, os investimentos chegam a 25 de bilhões de reais. Me refiro aos parques e à atração de empresas, sejam elas produtoras de aerogeradores, de pás, de torres ou até de componentes e estruturas utilizadas nessas torres”

Em discurso no Plenário do Senado, nesta quinta-feira (25/04/2013), o senador Walter Pinheiro (PT/BA) destacou a necessidade de expansão da energia eólica na matriz nacional. “Hoje, a energia gerada da fonte eólica representa 2% da nossa matriz energética. Nossa intenção é chegar a 15%”, revelou.

Ele destacou que para fazer crescer o consumo desta energia ‘limpa e barata’, o governo precisa enfrentar alguns entraves, entre eles oferecer maior celeridade na construção de linhas de transmissão. Pinheiro utilizou o exemplo da Bahia, para destacar a rápida expansão da eólica. “Estamos falando de algo que começou ontem, e, quando olhamos para a Bahia, os investimentos chegam a 25 de bilhões de reais. Me refiro aos parques e à atração de empresas, sejam elas produtoras de aerogeradores, de pás, de torres ou até de componentes e estruturas utilizadas nessas torres”, disse.

Para Pinheiro, é preciso juntar esforços. Ele sugeriu que sejam realizadas ações interministeriais com o esforço de todos os envolvidos na ampliação da produção e geração da matriz energética e se mostrou preocupado “com as mudanças que já começam a ser anunciadas sobre as regras do leilão”.

O senador lembrou que o setor também gera emprego e renda e é fundamental para o desenvolvimento econômico de diversas regiões do Brasil, principalmente o semiárido, que possui elevado potencial eólico. “Um pequeno proprietário de terra recebe por ano mais de seis mil reais por torre [de eólica] instalada em seu terreno. Se, porventura, ele tiver uma área que abrigue duas torres, são 12 mil reais de renda por ano. E mais: você vai agregando ali, no entorno, diversas outras atividades”, disse.

Pinheiro destacou ainda que diversos países da Europa têm priorizado a energia que vem dos ventos, a exemplo de Dinamarca, Espanha e Portugal, que chegam a ter 20% da matriz energética composta pela eólica. “Não há na Dinamarca o vento que há em Alagoas, que há na Bahia. É no Semiárido baiano que se encontra hoje o melhor vento para a geração de energia”, disse.

Sobre Carlos Augusto 9707 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).