Deputado Zé Neto diz que é hora de diálogo e ponderação para tratar dos camelôs de Feira de Santana

Zé Neto: “É preciso que o diálogo seja a pedra de toque e que todos sentem à mesa. A inclusão deve ser um ponto de partida e a capacidade de gestão de todos que são atores nesse momento deve funcionar mais do que o imediatismo ou mesmo os interesses coorporativos”
Zé Neto: “É preciso que o diálogo seja a pedra de toque e que todos sentem à mesa. A inclusão deve ser um ponto de partida e a capacidade de gestão de todos que são atores nesse momento deve funcionar mais do que o imediatismo ou mesmo os interesses coorporativos”
Zé Neto: “É preciso que o diálogo seja a pedra de toque e que todos sentem à mesa. A inclusão deve ser um ponto de partida e a capacidade de gestão de todos que são atores nesse momento deve funcionar mais do que o imediatismo ou mesmo os interesses coorporativos”
Zé Neto: “É preciso que o diálogo seja a pedra de toque e que todos sentem à mesa. A inclusão deve ser um ponto de partida e a capacidade de gestão de todos que são atores nesse momento deve funcionar mais do que o imediatismo ou mesmo os interesses coorporativos”

Vendedores ambulantes que trabalhavam na Praça Bernardino Bahia e na Avenida Senhor dos Passos, em Feira de Santana, fizerem uma manifestação na manhã desta quarta-feira (10/04/2013) contra as ações do “Pacto de Feira”, projeto da prefeitura que tem por objetivo reordenar o comércio no Centro da cidade.

Os manifestantes reclamaram que a prefeitura decidiu retirá-los do local e determinou que se instalassem ao lado da praça, mas não dialogou nem apresentou alternativas para organizar os vendedores.  Segundo eles, não há espaço para que todos se estabeleçam no local determinado pela prefeitura. “As ruas estão cheias de lixo e as escolas sem aula porque não tem professores, disso eles não cuidam”, reclamou David Nascimento, dono de uma das barracas de frutas do local.

Ponto de vista 

Na opinião do deputado estadual líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia, Zé Neto (PT), a cidade tem que ordenar o centro da cidade para que este reflita a força do comércio com organização, comodidade e acessibilidade dando melhores condições a quem trabalha e faz suas compras no local. Entretanto, ele acredita que é hora de ter maturidade e ponderação.

“É preciso que o diálogo seja a pedra de toque e que todos sentem à mesa. A inclusão deve ser um ponto de partida e a capacidade de gestão de todos que são atores nesse momento deve funcionar mais do que o imediatismo ou mesmo os interesses coorporativos”, disse o deputado ao frisar que é preciso “olhar as possibilidades de incluir as pessoas e não apenas de mudar as condições para de um lado melhorar a organização do comércio, mas sem dar um horizonte, uma perspectiva àqueles que serão remanejados”.

Ainda em discurso no plenário da Casa das Leis na tarde de hoje, o deputado disse que está à disposição desse diálogo. “Se me chamarem para a mesa para discutir o assunto, estarei pronto para ajudar a encontrar saída, situações que realmente traduzam os interesses de Feira de Santana acima de disputas partidárias e coorporativas refletindo a pujança que tem o comércio de nossa cidade”, afirmou o parlamentar.

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