Deputada Graça Pimenta alerta sobre as dificuldades enfrentadas pela mantenedora do Hospital Dom Pedro de Alcântara, em Feira de Santana

Vista aérea do Hospital Dom Pedro de Alcântara, em Feira de Santana.
Vista aérea do Hospital Dom Pedro de Alcântara, em Feira de Santana.
Vista aérea do Hospital Dom Pedro de Alcântara, em Feira de Santana.
Vista aérea do Hospital Dom Pedro de Alcântara, em Feira de Santana.

A situação da Santa Casa de Misericórdia de Feira de Santana – entidade mantenedora do Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA) – é motivo de preocupação, segundo a deputada Graça Pimenta (PR), que visitou o local na tarde desta quinta-feira (11/04/2013).

A entidade atravessa dificuldades financeiras atribuídas, principalmente, a defasagem da tabela de procedimentos médicos pratica pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Esta semana (dia 8), o hospital aderiu a uma mobilização nacional suspendendo o atendimento em seu ambulatório por 24 horas. O ato teve o objetivo de chamar a atenção do Governo Federal para a necessidade de reajuste da tabela.

Atualmente vice-presidente da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa (AL), a deputada Graça Pimenta participou nesta tarde de uma reunião com a diretoria da Santa Casa de Misericórdia. O encontro contou com as presenças da diretora administrativa da entidade, Sandra Peggy, e do provedor da Santa Casa, o médico Outran Borges.

O provedor da Santa Casa admitiu a dificuldade de manter a entidade. “Não há condições de manter a instituição com os valores pagos pelo SUS. Por exemplo, por um eletrocardiograma recebemos R$11; uma dosagem de creatinina R$1,85. Por um atendimento prestado a paciente com dengue, onde é prescrito seis frascos de soro, dipirona e ainda a realização de exames de sangue, o HDPA recebe apenas R$12,47”, descreve Borges.

A deputada Graça Pimenta reconheceu a importância da manutenção do Hospital Dom Pedro de Alcântara e demonstrou empenho na busca de soluções para a situação da entidade que preocupa a todos.

“O Governo Federal precisa encontrar uma solução para este problema, que tem atingido as entidades beneficentes em todo Brasil. Em Feira de Santana, o HDPA e a Santa Casa de Misericórdia têm um papel muito importante na saúde pública e, por isso, não podem continuar vivendo com um repasse mínimo de verbas para prestart atendimentos aos cidadãos”, disse a deputada.

As dificuldades que atravessam as entidades filantrópicas na Bahia deverão ser levadas a uma discussão mais ampla na Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa da Bahia.

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