Deputado federal Fábio Souto critica falta de investimentos relativos a Copa de 2014

Fábio Souto: “Os aeroportos são outro problema. Eles precisariam de melhoras mesmo sem eventos como a Copa, porém, mesmo com o prazo se extinguindo, pouco se vê de melhorias efetivas. Sete obras ainda estão em processo de licitação. Não seria bom que tudo estivesse em pleno funcionamento com alguns meses de antecedência aos jogos? Que a proximidade com o início do evento preocupe o governo e o faça ser mais rígido e empenhado em realizar obras de grande valor para os cidadãos brasileiros”
Fábio Souto: “Os aeroportos são outro problema. Eles precisariam de melhoras mesmo sem eventos como a Copa, porém, mesmo com o prazo se extinguindo, pouco se vê de melhorias efetivas. Sete obras ainda estão em processo de licitação. Não seria bom que tudo estivesse em pleno funcionamento com alguns meses de antecedência aos jogos? Que a proximidade com o início do evento preocupe o governo e o faça ser mais rígido e empenhado em realizar obras de grande valor para os cidadãos brasileiros”

Fábio Souto: “Os aeroportos são outro problema. Eles precisariam de melhoras mesmo sem eventos como a Copa, porém, mesmo com o prazo se extinguindo, pouco se vê de melhorias efetivas. Sete obras ainda estão em processo de licitação. Não seria bom que tudo estivesse em pleno funcionamento com alguns meses de antecedência aos jogos? Que a proximidade com o início do evento preocupe o governo e o faça ser mais rígido e empenhado em realizar obras de grande valor para os cidadãos brasileiros”
Fábio Souto: “Os aeroportos são outro problema. Eles precisariam de melhoras mesmo sem eventos como a Copa, porém, mesmo com o prazo se extinguindo, pouco se vê de melhorias efetivas. Sete obras ainda estão em processo de licitação. Não seria bom que tudo estivesse em pleno funcionamento com alguns meses de antecedência aos jogos? Que a proximidade com o início do evento preocupe o governo e o faça ser mais rígido e empenhado em realizar obras de grande valor para os cidadãos brasileiros”

Faltam menos de 500 dias para o início da Copa do Mundo FIFA do Brasil e as obras nas cidades-sede ainda estão longe de serem concluídas. A constatação, feita pelo deputado federal Fábio Souto (Democratas/Bahia) em discurso no Plenário da Câmara nessa terça-feira, 26 de fevereiro, é um alerta ao governo e à população brasileira quanto ao risco de o evento ser mais uma possibilidade perdida de o país efetivamente crescer. Segundo o parlamentar, não existirá um legado para o desenvolvimento social após 2014, apenas críticas e reclamações por parte de todos.

“Todos os estádios devem ser entregues, com atrasos ou não, com superfaturamento ou não. Mas o grande legado que poderia ser deixado para a população brasileira não existirá. O governo investe bilhões em estádios, que pouco serão aproveitados após a Copa do Mundo, e não atende as demandas das populações locais. Isso vai gerar problemas durante o evento e, pior ainda, continuará a ser problema por muitos e muitos anos para os habitantes dessas cidades e os turistas que as visitam. A grande oportunidade de se melhorar o país está sendo deixada de lado”, lamentou.

O deputado citou ainda um levantamento feito pelo Portal 2014, publicado na revista Placar, que mostra que apenas um projeto de mobilidade urbana, dos 58 apresentados na candidatura do Brasil à sede da Copa, foi finalizado. Oito ainda nem saíram do papel. “Os aeroportos são outro problema. Eles precisariam de melhoras mesmo sem eventos como a Copa, porém, mesmo com o prazo se extinguindo, pouco se vê de melhorias efetivas. Sete obras ainda estão em processo de licitação. Não seria bom que tudo estivesse em pleno funcionamento com alguns meses de antecedência aos jogos? Que a proximidade com o início do evento preocupe o governo e o faça ser mais rígido e empenhado em realizar obras de grande valor para os cidadãos brasileiros”, finalizou.

Carlos Augusto
Sobre Carlos Augusto 9376 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).