Mais de 30 mil celulares foram encontrados em prisões brasileiras no ano de 2012

Os policiais brasileiros apreenderam 34,9 mil celulares dentro das cadeias em 2012.
Os policiais brasileiros apreenderam 34,9 mil celulares dentro das cadeias em 2012.
Os policiais brasileiros apreenderam 34,9 mil celulares dentro das cadeias em 2012.
Os policiais brasileiros apreenderam 34,9 mil celulares dentro das cadeias em 2012.

Como praticamente todo mundo já sabe, os celulares são proibidos dentro de prisões, já que os presos podem continuar organizando os seus crimes com apenas uma ligação. Apesar disso, os detentos têm encontrado métodos cada vez mais eficientes para conseguir colocar as mãos em alguns aparelhos.

Por conta disso, os policiais brasileiros apreenderam 34,9 mil celulares dentro das cadeias em 2012. Pelo fato de o Brasil contar com 550 mil pessoas presas, uma média de um aparelho para cada 15 detentos foi “estabelecida” — o que é um número bastante alto, se você pensar na falta de segurança que essa situação pode gerar.

Investimentos precisam ser feitos

Até o momento, o governo brasileiro já investiu R$ 17 milhões em métodos para evitar que os celulares funcionem dentro de presídios. Apesar disso, o coordenador da Inteligência Penitenciária do Ministério da Justiça, Washigton Clark, admite que é necessário trabalhar mais nessa área.

Só podemos esperar que 2013 seja o ano em que esse problema — assim como outras questões importantes, é claro — comece a ser realmente resolvido.

*Com informações do O Globo e Tecmundo.

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Sobre Carlos Augusto 9746 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).