Fim de ano nas estradas federais tem mais de 4 mil feridos e quase 400 mortos

Segundo balanço divulgado pela PRF os acidentes apresentaram queda de 18%, considerando a proporção em relação à frota de veículos no país. Em números absolutos, os acidentes caíram de 7.946, na Operação Fim de Ano 2011/2012, para 7.040 na operação 2012/2013.
Segundo balanço divulgado pela PRF os acidentes apresentaram queda de 18%, considerando a proporção em relação à frota de veículos no país. Em números absolutos, os acidentes caíram de 7.946, na Operação Fim de Ano 2011/2012, para 7.040 na operação 2012/2013.
Segundo balanço divulgado pela PRF os acidentes apresentaram queda de 18%, considerando a proporção em relação à frota de veículos no país. Em números absolutos, os acidentes caíram de 7.946, na Operação Fim de Ano 2011/2012, para 7.040 na operação 2012/2013.
Segundo balanço divulgado pela PRF os acidentes apresentaram queda de 18%, considerando a proporção em relação à frota de veículos no país. Em números absolutos, os acidentes caíram de 7.946, na Operação Fim de Ano 2011/2012, para 7.040 na operação 2012/2013.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou número bem menor de acidentes e de feridos nas estradas federais durante a Operação Fim de Ano, que começou em 21 de dezembro de 2012 e foi encerrada na quarta-feira (02/01/2013), na comparação com o mesmo período de 2011.

Segundo balanço divulgado hoje (3), os acidentes apresentaram queda de 18%, considerando a proporção em relação à frota de veículos no país. Em números absolutos, os acidentes caíram de 7.946, na Operação Fim de Ano 2011/2012, para 7.040 na operação 2012/2013.

O número de feridos passou de 4.841 para 4.171, com redução de 20%, também considerando-se a frota total em circulação no país. O de mortes aumentou 3%, nesta mesma comparação, ao passar de 353 para 392.

De acordo com a diretora geral da PRF, Maria Alice Souza, a redução nos números é “bem expressiva” e pode ser explicada em parte pela entrada em vigor das novas regras que endureceram a Lei Seca.

“Essa nova lei colaborou para uma maior eficiência nas fiscalizações de alcoolemia e com certeza ajudou a reduzir o número de acidentes e de feridos, porque possibilitou novos meios de provas, e ajudou na eficiência do resultado final”, disse.

Ela lembrou que, com a mudança no Código Brasileiro de Trânsito, sancionada em dezembro pela presidenta Dilma Rousseff, podem ser usados vídeos e testemunhas para punir motoristas embriagados. Além disso, houve aumento da multa, que passou de R$ 957,70 para R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado se o motorista for reincidente em um ano.

“O motorista está mais consciente e também com mais medo da multa que ficou mais alta e tem um valor considerável”, acrescentou.

Sobre o aumento no número de mortes durante a Operação Fim de Ano, a diretora geral explicou que está relacionado à gravidade dos acidentes, destacando que, este ano, apenas sete acidentes foram responsáveis por 36 mortes.

De acordo com o balanço da polícia rodoviária, desde a sanção presidencial da nova Lei Seca até a meia-noite de ontem, foram aplicados 70.855 testes de embriaguez, aumento de 181% em relação à operação anterior. Ao todo, 1.716 motoristas foram multados, 132% a mais do que um ano antes. Entre eles, 723 foram presos.

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Sobre Carlos Augusto 9613 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).