Em Feira de Santana, Avenida Getúlio Vargas é desfigurada nas “barbas” do Ministério Público

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Construção realizada em Feira de Santana, na Avenida Getúlio Vargas, próximo ao MP. A imagem registra uma construção que “invade” o limite de cinco metros estabelecido na lei municipal. Segundo o Leitor, restaram pouco mais de 150 cm de calçadas.
Construção realizada em Feira de Santana, na Avenida Getúlio Vargas, próximo ao MP. A imagem registra uma construção que “invade” o limite de cinco metros estabelecido na lei municipal. Segundo o Leitor, restaram pouco mais de 150 cm de calçadas.
Construção realizada em Feira de Santana, na Avenida Getúlio Vargas, próximo ao MP. A imagem registra uma construção que “invade” o limite de cinco metros estabelecido na lei municipal. Segundo o Leitor, restaram pouco mais de 150 cm de calçadas.
Construção realizada em Feira de Santana, na Avenida Getúlio Vargas, próximo ao MP. A imagem registra uma construção que “invade” o limite de cinco metros estabelecido na lei municipal. Segundo o Leitor, restaram pouco mais de 150 cm de calçadas.
Construção realizada em Feira de Santana, na Avenida Getúlio Vargas, próximo ao MP. “É possível observar que todos os demais empreendimentos estão em uma posição de recuou em relação à construção efetuada nas proximidades do Ministério Público.”, explica.
Construção realizada em Feira de Santana, na Avenida Getúlio Vargas, próximo ao MP. “É possível observar que todos os demais empreendimentos estão em uma posição de recuou em relação à construção efetuada nas proximidades do Ministério Público.”, explica.

Um atento leitor encaminhou uma série de fotos de construções que estão sendo realizadas na Avenida Getúlio Vargas em Feira de Santana. Em uma das fotos, escreve o leitor, pode-se vislumbrar claramente o desrespeito ao Estatuto das Cidades (Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001), ao código urbano do município, e à Lei de Acessibilidade (Decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004). Lei que regulamenta o acesso de cidadão portadora de limitações físicas locomotoras. “Isto ocorre a poucos metros da sede do Ministério Público em Feira de Santana. Tamanho descanso é pouco visto no Brasil”, desabafa.

A imagem registra uma construção que “invade” o limite de cinco metros estabelecido na lei municipal. Segundo o Leitor, restaram pouco mais de 150 cm de calçadas. “É possível observar que todos os demais empreendimentos estão em uma posição de recuou em relação à construção efetuada nas proximidades do Ministério Público.”, explica.

Em outra construção, ao lado do restaurante Habby’s, pode-se verificar que os prédios adjacentes possuem um recuou de cinco metros, enquanto a nova edificação possui cerca de dois metros, denuncia o leitor do Jornal Grande Bahia.

O leitor ainda observa que em alguns pontos da via urbana, durante a construção de empreendimentos comerciais de luxo, parte da calçada da Avenida Getúlio Vargas foi destruída, e transformada em estacionamento privativo.

“Em Salvador, a Avenida Manoel Dias é um exemplo de via urbana em que o espaço público é respeitado. Mas, aqui, em Feira de Santana, parece que o Ministério Público e a prefeitura municipal pouco se importam com a Lei, e com o direito do cidadão. É vendo como a sociedade age impunemente, e de maneira arbitraria que se percebesse o descaso das autoridades”, finaliza.

Construção realizada em Feira de Santana, na Avenida Getúlio Vargas. Em outra construção, ao lado do restaurante Habby’s, pode-se verificar que os prédios adjacentes possuem um recuou de cinco metros, enquanto a nova edificação possui cerca de dois metros, denuncia o leitor do Jornal Grande Bahia.
Construção realizada em Feira de Santana, na Avenida Getúlio Vargas. Em outra construção, ao lado do restaurante Habby’s, pode-se verificar que os prédios adjacentes possuem um recuou de cinco metros, enquanto a nova edificação possui cerca de dois metros, denuncia o leitor do Jornal Grande Bahia.
Ao lado do restaurante Habby’s, pode-se verificar que os prédios adjacentes possuem um recuou de cinco metros, enquanto a nova edificação possui cerca de dois metros.
Ao lado do restaurante Habby’s pode-se verificar que os prédios adjacentes possuem um recuou de cinco metros, enquanto a nova edificação possui cerca de dois metros.
Sobre Carlos Augusto 9655 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).