À sombra do massacre nos EUA, surgem questões sobre o papel das mídias sociais no surgimento das notícias

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A reputação crescente das mídias sociais como fontes de notícias levou dois golpes nos últimos meses: primeiramente dos rumores que rondaram o Twitter durante o furacão Sandy, e depois da confusão midiática em torno do massacre na escola do estado de Connecticut na última sexta-feira, 14 de dezembro de 2012.

Se comparadas à recepção relativamente positiva que sites de mídias sociais como Twitter e Reddit receberam por seu papel em compartilhar fatos e desbancar boatos em tempo real durante a cobertura dos ataques no cinema da cidade de Aurora (Colorado) no começo de 2012, as críticas ao desempenho das notícias produzidas por múltiplas fontes durante o furacão Sandy e e o massacre em Newton chegaram com força.

A habilidade das mídias sociais de coletar rapidamente notícias e disseminá-la é boa para os leitores quando a informação é confiável e ruim ela ainda não é certa. Na última semana, diversos críticos das mídias sociais discutiram o lugar dessas ferramentas nas redações do século 21..

O ataque mais agressivo ao papel das mídias sociais como fonte de notícias veio do colunista do jornal  Guardian Michael Wolff’s takedown em relação à cobertura feita pelo guru do Twitter Andy Carvin’s (conhecido por seus tuítes durante a Primavera Árabe) do massacre.

Ao qualificar Calvin como “um difusor fervoroso de informações erradas”, Wolff criticou o repórter por sua falta de pedigree jornalístico e seu estilo de “fazer uma curadoria” das notícias, verificando os fatos assim que eles surgiam.

“Embora ele pareça retuitar para checar os fatos, o efeito é de propagação”, escreveu Wolff em sua coluna.

*Com informações do Centro Knight.

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