UEFS entre as 200 melhores universidades iberoamericanas em produção científica

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O Scimago Institutions Ranking (SRI) 2012 mostra a Uefs na 181ª posição no ranking Iberoamericano (Espanha, Portugal e América latina e Caribe) entre 1.401 instituições de ensino superior, e na 118ª posição no ranking de universidades da América Latina e Caribe (mesmas posições de 2011). Entre as universidades brasileiras listadas no SRI, a Uefs ocupa a 57ª posição de um total de 370 instituições. O SRI é produzido pela SCOPUS®, uma base de dados sobre a produção científica mundial mantida pela Elsevier, uma das mais importantes editoras mundiais de revistas científicas.

O ranqueamento das universidades leva em conta cinco indicadores, construídos com dados da publicação de artigos e citações dos mesmos por outros artigos em todo o mundo, no período de 2006 a 2010. O primeiro indicador é a Produção científica, que contabiliza todos os artigos publicados pelas universidades no período da avaliação. O segundo é a Colaboração Internacional, que mede o percentual de artigos publicados em coautoria com pesquisadores de universidades estrangeiras. O terceiro é Índice Normalizado, que mede o quanto os artigos de pesquisadores de uma universidade são citados em comparação com média internacional (valor normalizado = 1) de todos os artigos catalogados na SCOPUS®. O quarto é o Q1, que mede o percentual de artigos de autores de uma dada universidade publicados em revistas científicas que estão entre os 25% de maior prestígio no mundo (medido pelos índices de citação de artigos). E o quinto é a Taxa de Excelência, que mede quantos artigos de autores de uma universidade estão entre os 10% mais citados do mundo.

No período de 2006 a 2010 a Uefs teve 680 artigos catalogados na SCOPUS®, com um índice de 20,2% (1 em cada 5) destes artigos em coautoria com pesquisadores estrangeiros, percentual próximo ao da USP (1ª colocada, 23,8%). Os artigos de pesquisadores da Uefs tiveram Índice de Normalização de 0,8. Isso significa que são citados com uma frequência apenas 20% menor que a média mundial, o mesmo resultado das três instituições no topo do ranking: USP (Brasil), Unam, (México) e Unicamp (Brasil). Já a UFRJ, 6ª colocada no ranking teve pontuação 1,5 nesse índice, mostrando que os artigos de seus pesquisadores tem citação 50% acima da média mundial.

O SRI Iberoamérica mostra ainda que 26,2% (1 em cada 4) dos artigos de pesquisadores da Uefs são publicados nas revistas científicas de maior prestígio no mundo. Na USP, primeira colocada, esse percentual é de 37,7%. Para o indicador Taxa de Excelência, a Uefs teve 5,7% de todos os artigos publicados entre 2006 e 2010 colocados entre os 10% mais citados em suas respectivas áreas de conhecimento, enquanto a USP teve 8,4%. Para mais informações consultar: http://www.scimagoir.com.

A maioria dos indicadores da Uefs são semelhantes aos das universidades no topo do ranking. A diferença está na Produção Científica, que nas primeiras cinco colocadas varia de 15.000 a 44.610 artigos publicados no período avaliado, contra 680 da Uefs. As universidades que lideram o ranking tem essa alta produção científica devido aos tamanhos das instituições (maiores que a Uefs) e a atividades de pesquisa e pós-graduação consolidadas há mais tempo e em mais áreas de conhecimento.

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