Feira de Santana foi a segunda colocada no ranking estadual de geração de emprego em 2012

Bahia gera mais de 50 mil empregos de janeiro a novembro de 2012.
Bahia gera mais de 50 mil empregos de janeiro a novembro de 2012.
Bahia gera mais de 50 mil empregos de janeiro a novembro de 2012.
Bahia gera mais de 50 mil empregos de janeiro a novembro de 2012.

Nos onze primeiros meses de 2012 a Bahia apresentou um saldo de emprego de 50.754 postos de trabalho, levando-se em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Esse resultado deu à Bahia a segunda posição em termos de saldo de emprego, atrás apenas de Pernambuco (+54.935 postos) na Região Nordeste.

Os demais saldos dos estados da região foram: Ceará (+45.519 postos), Paraíba (+19.394 postos) Maranhão (+19.257 postos), Rio Grande do Norte (+14.511 postos), Sergipe (+13.171 postos), Piauí (+13.085 postos), e Alagoas (+3.356 postos). As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

Em novembro, o estado contabilizou um saldo positivo de 5.695 postos de trabalho com carteira assinada em novembro de 2012. Tal resultado expressa a diferença entre o total de admissões (+63.461 vagas) e desligamentos (-57.766 vagas).

De acordo com o secretário do Planejamento do Estado, José Sergio Gabrielli, o resultado mensal deve-se, principalmente, as contratações nos setores de Comércio (+4.056 postos), Serviços (+3.489 postos) e Construção Civil (+1.656), que se mantém como motores da economia baiana, visto que vem crescendo, em média, 10% ao mês na comparação com o mesmo período do ano anterior.

O saldo registrado em novembro situou-se em um patamar superior ao contabilizado tanto em igual período do ano anterior (+3.157 vagas) quanto no mês de outubro de 2012 (-4.886 vagas). No mesmo período, a Bahia ocupou a primeira posição na criação de empregos formais dentre os estados da Região Nordeste.

Os estados que contabilizaram saldos positivos de emprego foram: Ceará (+4.489 postos), Alagoas (+2.888 postos), Paraíba (+1.908 postos), Rio Grande do Norte (+1.440 postos), Pernambuco (+1.053 postos), Sergipe (+748 postos). Apenas os estados do Piauí (-836) e do Maranhão (-318 postos) contabilizaram resultados negativos.

RMS e no interior – Os resultados do emprego, tanto no interior do estado quanto na Região Metropolitana de Salvador, foram positivos. O interior contou com a criação de 531 empregos, correspondendo a 9,3% do total, enquanto na Região Metropolitana de Salvador foi apurado um saldo positivo de 5.164 postos de trabalho.

Quanto à geração de emprego de janeiro a novembro de 2012, a participação do interior do estado foi de 32.257 postos, ou 63,6% das vagas formais, ao passo que a RMS foram criados 18.497 empregos com carteira assinada, o equivalente a 36,4% das vagas celetistas.

Em novembro de 2012, dos municípios que possuem 30 mil habitantes ou mais, Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas destacaram-se na criação de novas oportunidades de trabalho formal na Bahia. Salvador gerou 4.380 empregos, ao passo que Feira de Santana criou 1.371 empregos e Lauro de Freitas apurou 977 novas contratações formais.

Entre os municípios que possuem 30 mil habitantes ou mais, os que tiveram os menores saldos de empregos em novembro de 2012 foram Juazeiro (-2.189 vagas), Casa Nova (-750 vagas) e Camaçari (-294 vagas).

Sobre Carlos Augusto 9717 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).