Operação Porto Seguro | Líder do PT no senado defende prestação de esclarecimentos no Senado

Walter Pinheiro: “Essa é uma coisa que assusta todos nós. Funcionários, inclusive de carreira, utilizando a estrutura em benefício próprio e até beneficiar terceiros. Acho que a Polícia Federal foi importante e mostra o papel institucional, a ação correta desse organismo de combate a corrupção”
Walter Pinheiro: “Essa é uma coisa que assusta todos nós. Funcionários, inclusive de carreira, utilizando a estrutura em benefício próprio e até beneficiar terceiros. Acho que a Polícia Federal foi importante e mostra o papel institucional, a ação correta desse organismo de combate a corrupção”
Walter Pinheiro: “Essa é uma coisa que assusta todos nós. Funcionários, inclusive de carreira, utilizando a estrutura em benefício próprio e até beneficiar terceiros. Acho que a Polícia Federal foi importante e mostra o papel institucional, a ação correta desse organismo de combate a corrupção”
Walter Pinheiro: “Essa é uma coisa que assusta todos nós. Funcionários, inclusive de carreira, utilizando a estrutura em benefício próprio e até beneficiar terceiros. Acho que a Polícia Federal foi importante e mostra o papel institucional, a ação correta desse organismo de combate a corrupção”

O senador Walter Pinheiro (PT-BA) defendeu ontem (27/11/2012) a ida do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo,  e do advogado-geral da União, Luis Inácio Adams, ao Senado para prestar esclarecimentos sobre a Operação Porto Seguro da Polícia Federal. O líder do PT na Casa disse que os lideranças querem ainda que os presidentes das agências onde trabalhavam os investigados compareçam ao Congresso para dar explicações.

A PF encontrou irregularidades na Agência Nacional de Águas (ANA), na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No total, seis pessoas foram presas na ação de sexta-feira (23).

Cardozo, como ministro da Justiça, é responsável pela Polícia Federal que prendeu suspeitos e investiga um esquema de favorecimento de interesses privados em processos públicos. Já Adams é o advogado-geral da União e superior hierárquico de um dos investigados.

“Essa é uma coisa que assusta todos nós. Funcionários, inclusive de carreira, utilizando a estrutura em benefício próprio e até beneficiar terceiros. Acho que a Polícia Federal foi importante e mostra o papel institucional, a ação correta desse organismo de combate a corrupção”, destacou o senador.

O senador disse ainda que mesmo com as investigações policiais e os inquéritos, a atuação do Congresso é importante. “[É fundamental que o Congresso também continue] o processo rigoroso de apuração para ver a extensão das ações que foram patrocinadas [pelo grupo] na estrutura pública”.

O ministro da Justiça já tem data para ir à Câmara. Na próxima terça-feira (4), ele estará na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, onde falará sobre a Operação Porto Seguro e a série de atos violentos que ocorre em São Paulo.

Sobre Carlos Augusto 9707 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).