Durante reunião em Salvador, presidenta Dilma Rousseff promete investimentos estruturantes para resolver o problema da seca

Presidenta Dilma Rousseff durante 16ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo da Sudene, em Salvador.
Presidenta Dilma Rousseff durante 16ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo da Sudene, em Salvador.
Presidenta Dilma Rousseff durante 16ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo da Sudene, em Salvador.
Presidenta Dilma Rousseff durante 16ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo da Sudene, em Salvador.

No encerramento da 16ª Reunião do Conselho Deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), nesta sexta-feira (09/11/2012), a presidenta Dilma Rousseff fez um balanço das ações de enfrentamento da estiagem desde abril, e destacou a ação coordenada entre os diversos entes federativos envolvidos. Para Dilma, os governos foram capazes de reconhecer as obras emergenciais e as estruturantes que deverão resolver a situação de forma definitiva.

“Eu considero que nós fomos capazes de elencar as medidas que eram consideradas emergenciais e urgentes. E medidas que nós temos certeza que são aquelas fundamentais para que a gente, em definitivo, supere essa fase em que a seca possa se abater sobre nós de uma forma que nos deixe sem defesas, que são as obras estruturantes. (…) Entendemos que esse país não tem mais o direito deixar que a seca se transforme em flagelo. (…) Nós não vamos deixar que o Nordeste volte atrás. Vamos usar essa seca para avançar mais. Nós vamos resolver estruturalmente o problema da seca.”, disse.

Para a presidenta, a situação deverá continuar sendo acompanhada, e novas prorrogações de benefícios, como o Bolsa Estiagem, poderão voltar a acontecer. Uma nova avaliação deve ser feita em dezembro. Outro ponto destacado por Dilma é a distribuição de milho pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que deverá ser aumentada, com preços subsidiados, para pequenos produtores.

“Estaremos atentos para a necessidade de prorrogar [os benefícios]. Nós vamos, em dezembro, fazer uma avaliação bastante apurada. Esses dois benefícios que construímos, porque era preciso ter uma ordem de prioridade. A primeira questão era proteger o agricultor que perdesse renda e sua família, e junto garantir carros-pipa”, afirmou.

Mais investimentos

Durante a reunião, ainda foi anunciado o investimento de R$ 1,8 bilhão na construção e ampliação de adutoras, barragens, sistemas de abastecimento e outros empreendimentos. Ao todo, são 77 obras que vão aumentar a oferta de água em municípios do Nordeste e norte de Minas Gerais.

Os termos para o início dos trabalhos foram assinados pelos governadores durante a reunião. Os investimentos serão disponibilizados pelo Ministério da Integração Nacional (R$ 1,06 bilhão para 33 obras); Ministério das Cidades (656,2 milhões para 22 obras); e pela Fundação Nacional de Saúde (R$ 108 milhões para 22 obras). Estados e municípios executarão os empreendimentos e a supervisão será feita pela Caixa Econômica Federal.

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Confira o áudio

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