Deputado Fábio Souto pede valorização dos quadros da polícia da Bahia. Estado é o segundo que mais registra assassinatos aos policiais no Brasil

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Fábio Souto: “Isso só acontece porque esses profissionais não têm salários justos nem a assistência necessária para trabalhar e viver com qualidade. Em poucos lugares um policial civil ou militar recebe bem, é bem assistido. Na Bahia isso não acontece. Greves e mais greves são realizadas buscando valorização. Protestos são feitos para alertar o governo e cobrar melhorias”.
Fábio Souto: “Isso só acontece porque esses profissionais não têm salários justos nem a assistência necessária para trabalhar e viver com qualidade. Em poucos lugares um policial civil ou militar recebe bem, é bem assistido. Na Bahia isso não acontece. Greves e mais greves são realizadas buscando valorização. Protestos são feitos para alertar o governo e cobrar melhorias”.
Fábio Souto: “Isso só acontece porque esses profissionais não têm salários justos nem a assistência necessária para trabalhar e viver com qualidade. Em poucos lugares um policial civil ou militar recebe bem, é bem assistido. Na Bahia isso não acontece. Greves e mais greves são realizadas buscando valorização. Protestos são feitos para alertar o governo e cobrar melhorias”.
Fábio Souto: “Isso só acontece porque esses profissionais não têm salários justos nem a assistência necessária para trabalhar e viver com qualidade. Em poucos lugares um policial civil ou militar recebe bem, é bem assistido. Na Bahia isso não acontece. Greves e mais greves são realizadas buscando valorização. Protestos são feitos para alertar o governo e cobrar melhorias”.

Um novo e triste dado demonstra a situação degradante da segurança pública e a escalada desenfreada da criminalidade na Bahia. O Estado ocupa o segundo lugar no ranking brasileiro dos lugares onde policiais sofrem mais assassinatos. Só em 2012, já são 16 oficiais mortos em solo baiano. Para o deputado federal Fábio Souto (Democratas/Bahia), o governo estadual precisa tomar alguma atitude urgente para reverter esse quadro e também garantir mais qualidade de vida para toda a população.

Um levantamento feito pelo jornal Folha de S. Paulo mostra que um policial é assassinado no Brasil a cada 32 horas. A maioria ocorre quando os policiais estão de folga, mas realizando atividades paralelas, os chamados ‘bicos’. “Isso só acontece porque esses profissionais não têm salários justos nem a assistência necessária para trabalhar e viver com qualidade. Em poucos lugares um policial civil ou militar recebe bem, é bem assistido. Na Bahia isso não acontece. Greves e mais greves são realizadas buscando valorização. Protestos são feitos para alertar o governo e cobrar melhorias”, argumentou Souto.

O deputado cobrou que a classe policial seja justamente valorizada. Segundo ele, bons salários, equipamentos e condições de trabalho garantem uma atividade eficaz, ajudando a diminuir a violência, e acaba com a necessidade de os policiais se exporem a riscos ao realizar os ‘bicos’. “A Bahia não pode sustentar dados tão horrendos e vergonhosos. As autoridades baianas não podem ficar de braços cruzados frente aos graves problemas que afetam toda a sociedade. Policiais estão sendo assassinados. Cidadãos estão sendo assassinados. Pessoas de bem, trabalhadores, baianos que pagam seus impostos, votam e rezam por dias melhores estão sendo feitos reféns da bandidagem. Isso precisa ter fim”, destacou.

Sobre Carlos Augusto 9649 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).