Denúncia grave | Secretaria de Educação de Tanquinho desvia R$390 mil do FUNDEB, afirma deputado Carlos Geilson

Carlos Geilson: “E o secretário ainda admitiu que sabia que essa transação é ilegal, e mesmo assim fez. É esse o jeito do PT de governar. Sabe que está errado, e mesmo assim faz, pelo menos esse admitiu, pior é quando se faz de desentendido”
Carlos Geilson: “E o secretário ainda admitiu que sabia que essa transação é ilegal, e mesmo assim fez. É esse o jeito do PT de governar. Sabe que está errado, e mesmo assim faz, pelo menos esse admitiu, pior é quando se faz de desentendido”
 Carlos Geilson: “E o secretário ainda admitiu que sabia que essa transação é ilegal, e mesmo assim fez. É esse o jeito do PT de governar. Sabe que está errado, e mesmo assim faz, pelo menos esse admitiu, pior é quando se faz de desentendido”
Carlos Geilson: “E o secretário ainda admitiu que sabia que essa transação é ilegal, e mesmo assim fez. É esse o jeito do PT de governar. Sabe que está errado, e mesmo assim faz, pelo menos esse admitiu, pior é quando se faz de desentendido”

Desvio de R$ 390 mil de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) da cidade de Tanquinho foi denunciado pelo deputado estadual Carlos Geilson (PTN) nesta terça-feira (27/11/2012), na Assembleia Legislativa. Segundo o parlamentar, a irregularidade foi detectada no dia 14 de novembro, pelo Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb.

A ata da reunião atesta que o secretário de educação em exercício, Gilson Cordeiro, ligado ao prefeito Jorge Flamarion (PT), utilizou o dinheiro desviado para pagar outras despesas da prefeitura, como funcionários da saúde. “E o secretário ainda admitiu que sabia que essa transação é ilegal, e mesmo assim fez. É esse o jeito do PT de governar. Sabe que está errado, e mesmo assim faz, pelo menos esse admitiu, pior é quando se faz de desentendido”, criticou Geilson.

O conselho ainda constatou que R$ 76.990,92 foi usado do Fundeb para pagar um reajuste de preços pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) de uma obra da unidade de educação. Na reunião, o secretário justificou dizendo que a obra durou doze meses e que, conforme contrato, a obra deveria ter um reajuste, e por isso utilizou o recurso do Fundo. Ainda de acordo com a ata, Gilson qualificou o desvio como uma espécie de empréstimo e afirmou que já tinha devolvido uma parte do dinheiro e, que até o dia 10/12/2012 toda quantia já será paga.

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