Anguera completa 51 anos de emancipação

O município de Anguera está em festa por conta da comemoração de seus 51 anos de emancipação político-administrativa. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
O município de Anguera está em festa por conta da comemoração de seus 51 anos de emancipação político-administrativa. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
O município de Anguera está em festa por conta da comemoração de seus 51 anos de emancipação político-administrativa. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
O município de Anguera está em festa por conta da comemoração de seus 51 anos de emancipação político-administrativa. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)

O município de Anguera está em festa nesta terça-feira (20/11/2012) por conta da comemoração de seus 51 anos de emancipação político-administrativa. Para celebrar a data, a deputada estadual Graça Pimenta (PR) apresentou Moção de Aplauso na Assembleia Legislativa (AL). O documento foi inserido na ata dos trabalhos da Casa.

“Nesta data festiva em que Anguera comemora o seu aniversário de emancipação político-administrativa, quero aplaudir calorosamente a população local por fazer o município progredir através do trabalho”, afirma a parlamentar através do documento, que ela solicitou que chegue ao conhecimento da Câmara Municipal e das demais lideranças políticas locais.

Habitado inicialmente pelos índios paiaiás, o território onde está o município de Anguera foi concedido, em 1655, ao sertanista João Peixoto Viegas pelo então Governador Geral do Brasil, Dom Jerônimo de Ataíde. Dois séculos depois o capitão José Marques de Oliveira Lima construiu uma escola e uma igreja na fazenda Almas, pertencente ao militar.

Diversas pessoas foram morar nos arredores da propriedade rural para participar das aulas e das missas, o que gerou o surgimento do povoado de Almas. Com o tempo, a localidade passou a ser parada obrigatória dos tropeiros que iam ou vinham do porto de Cachoeira, no Recôncavo baiano. A produção de fumo e a criação de gado impulsionaram a economia do povoado na época. Em 1890, a localidade passou a ser distrito subordinado a Feira de Santana.

No ano de 1944, o local teve o nome modificado para Anguera, cujo significado na linguagem indígena é Alma Penada. Em 20 de novembro de 1961 o distrito foi elevado à categoria de município pela Lei Estadual nº 1558. O progresso local foi impulsionado nos anos 70 com a construção da rodovia BA-052, que margeia a cidade.

As manifestações culturais e a culinária dos anguerenses podem ser vistas durante os tradicionais festejos juninos. A agropecuária é um dos componentes da economia da cidade. A religiosidade tem grande expressão na festa da padroeira local, Nossa Senhora da Conceição, festejada em 8 de dezembro.

Sobre Carlos Augusto 9528 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).