Seca na zona rural de Feira de Santana preocupa deputada Graça Pimenta

Graça Pimenta acrescenta ainda que a falta de água no campo afeta a mesa dos trabalhadores rurais e também a dos moradores da zona urbana, pois muitos produtos que são consumidos no dia a dia, a exemplo do feijão e do milho, são produzidos pelos pequenos agricultores. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Graça Pimenta acrescenta ainda que a falta de água no campo afeta a mesa dos trabalhadores rurais e também a dos moradores da zona urbana, pois muitos produtos que são consumidos no dia a dia, a exemplo do feijão e do milho, são produzidos pelos pequenos agricultores. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Graça Pimenta acrescenta ainda que a falta de água no campo afeta a mesa dos trabalhadores rurais e também a dos moradores da zona urbana, pois muitos produtos que são consumidos no dia a dia, a exemplo do feijão e do milho, são produzidos pelos pequenos agricultores. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Graça Pimenta acrescenta ainda que a falta de água no campo afeta a mesa dos trabalhadores rurais e também a dos moradores da zona urbana, pois muitos produtos que são consumidos no dia a dia, a exemplo do feijão e do milho, são produzidos pelos pequenos agricultores. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) – Jornal Grande Bahia)

A seca está castigando a zona rural de Feira de Santana. A situação está mais crítica nos distritos de Governador João Durval Carneiro (antigo Ipuaçu), Jaguara, Bonfim de Feira e Maria Quitéria. Preocupada com a situação, a primeira-dama do município e deputada estadual Graça Pimenta (PR) enumera os problemas ocasionados pela situação e ressalta ações do Governo Municipal para minimizar o sofrimento do homem do campo.

“Os homens do campo estão sofrendo com a seca que está assolando, principalmente, os distritos feirenses. Por não saber se haverá chuva suficiente para o plantio, eles estão contando com o apoio do poder público municipal para combater o problema. A prefeitura feirense está intensificando as ações de enfrentamento da seca com o envio de carros-pipa. A água está sendo utilizada para abastecer as aguadas e tanques comunitários, favorecendo o maior número de famílias possível. Escolas e creches municipais também estão sendo abastecidas. O Exército Brasileiro, através do 35º Batalhão de Infantaria (35º BI), firmou parceria com o governo municipal e está contribuindo na distribuição da água”, informa a parlamentar.

Graça Pimenta acrescenta ainda que a falta de água no campo afeta a mesa dos trabalhadores rurais e também a dos moradores da zona urbana, pois muitos produtos que são consumidos no dia a dia, a exemplo do feijão e do milho, são produzidos pelos pequenos agricultores. “É comum chegarmos às zonas rurais e encontrarmos pais, mães, filhos, famílias inteiras trabalhando no plantio e colheita realizados em suas pequenas propriedades. Muitas vezes é da terra própria que o homem do campo extrai o alimento e também a renda. A seca compromete a agricultura familiar, provocando uma quebra nos ciclos de alimentação e economia. Acredito que este tipo de agricultura deve ser preservado, pois beneficia tanto a zona rural quanto a urbana”, afirma.

No último domingo (21/1/10/2012), foi aberta no Parque de Exposições João Martins da Silva, em Feira de Santana, a 1ª Exposição Estadual da Agricultura Familiar (Expoagrifam). A programação do evento, que acontece até este sábado (27), inclui seminários, debates, e atividades culturais, como lançamento de publicações, além da comercialização de produtos da agricultura familiar. Técnicas de modernização também estão sendo apresentadas.

Agricultores de todos os 26 Territórios de Identidade Bahia, que totalizam mais de 70 municípios, estão participando da Expoagrifam. A iniciativa é uma realização das Federações Nacional e Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf/Brasil e Fetraf/Bahia), do Fórum Baiano da Agricultura Familiar e do Instituto Qualificação e Cidadania (ICI).

“A grandeza da Expoagrifam demonstra que a agricultura familiar é sim uma excelente alternativa. Cabe aos poderes públicos dar uma atenção especial ao homem do campo, possibilitando meios mais eficazes de enfrentar a seca. Agindo dessa forma, as famílias rurais vão poder trabalhar de modo mais seguro, garantindo o pão de cada dia nas mesas do campo e da cidade”, finaliza Graça Pimenta.

Sobre Carlos Augusto 9717 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).