Câmara Municipal de Feira de Santana homenageia MOC pelos 45 anos de fundação

Neidson Batista é o atual diretor executivo do MOC. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Neidson Batista é o atual diretor executivo do MOC. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)

Ao completar este mês de outubro 45 anos de existência, o Movimento de Organização Comunitária (MOC) receberá da Câmara Municipal uma Moção de Parabéns. A iniciativa é do vereador Angelo Almeida.

O MOC é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, com a missão de servir aos mais pobres e com o desejo de transformar a realidade das pessoas.

Criado através da parceria entre a Diocese de Feira de Santana e a Federação de Assistência Social e Educacional (FASE), do Rio de Janeiro, teve seus trabalhos iniciados em 27 de outubro de 1967, ficando sob a responsabilidade do então Padre Albertino Carneiro.

Segundo o vereador, a entidade reuniu, na última sexta-feira (19/10/2012), no Centro Social Urbano, em Feira de Santana, parceiros, funcionários e pessoas que passaram pela história do MOC.

Angelo esteve presente ao encontro. “Nós tivemos a oportunidade de estar presente em uma bela homenagem a esta instituição que tanto tem feito pelo fortalecimento das organizações sociais de Feira de Santana”, informou.

O petista teceu elogios ao trabalho da instituição, ressaltando, por exemplo, que mais de 150 municípios baianos têm recebidos benefícios, a partir de projetos desenvolvidos pelo MOC.

“Não sei o que seria do sertão, não sei o que seria da zona rural da nossa região se não tivesse o combativo MOC na frente desses programas de criação de projetos no fomento à agricultura familiar. A partir dessas iniciativas, nós temos certeza que o campo vive melhor”, disse o vereador.

“Não fosse o futebol, talvez eu teria me tornado um marginal”, diz vereador, sobre importância do esporte 

A declaração é do vereador Ailton Mô e foi dada em discurso de saudação ao médico Humberto Martins, na sessão solene da última sexta-feira (19/10/2012), quando o profissional de saúde recebeu da Câmara Municipal o título de cidadão Feirense.

O médico, que faz há décadas importante trabalho no tratamento de atletas do Fluminense de Feira, disse que foi jogador de futebol, tendo atuado na Paraíba e na Bahia.

“Sempre digo que, talvez, se não fosse o futebol, eu teria me tornado um marginal. É bom saber que o senhor também é um aficionado pelo futebol, como eu”, disse Ailton, que na Câmara defende a “bandeira, da ação esportiva” como forma de política pública para ajudar principalmente os jovens a evitar as drogas.

Segundo Ailton Mô, o médico é um ser humano preocupado com o seu semelhante. O autor do projeto de Decreto Legislativo lembrou  de uma partida do Atlético de Alagoinhas em 1969, quando o homenageado foi orientado a marcar um ponta direita.

“Muito habilidoso, o atacante lhe deu tantos dribles que o deixou tonto, fazendo com que o jovem jogador chegasse a pensar em abandonar o futebol”, brincou.

O vereador finalizou o seu discurso declamando o trecho da música intitulada “Deixa a vida me levar”, cantada pelo sambista Zeca Pagodinho: “Eu já passei por quase tudo nessa vida; em matéria de guarida, espero ainda a minha vez. Confesso que sou de origem pobre, mas meu coração é nobre, foi assim que Deus me fez”.

Ex-jogador de futebol, que se tornou médico, recebe título de Cidadão Feirense

O médico ortopedista Humberto Martins – que antes de ingressar na medicina foi jogador profissional de futebol – recebeu da Câmara Municipal o título de Cidadão Feirense.

A sessão solene para outorga do título foi realizada na sexta-feira (22/10/2012), com a presença de familiares, amigos, colegas de trabalho e autoridades, no plenário da Casa da Cidadania. A homenagem foi de iniciativa do vereador Ailton Mô.

Em seu discurso, Humberto citou algumas personalidades como “grandes exemplos”, entre amigos e pessoas com as quais não teve convivência, mas merecem sua admiração.

Mencionou os médicos Emídio Mesquita e Mário de Paula, além de Eduardo Fróes da Mota, Irmã Dulce e monsenhor Galvão, aos quais afirma ter “verdadeira adoração”.

O homenageado fez um discurso em que agradeceu aos amigos, considerando-os “tesouros”  em sua vida.

O ortopedista Humberto Martins atua, há décadas, no departamento médico do Fluminense de Feira de Santana, sendo um dos principais colaboradores do clube.

Humberto Martins ainda foi jogador de futebol profissional, atuando nas equipes Auto Esporte e Nacional Atlético Clube, do estado da Paraíba. Já na Bahia atuou no Atlético de Alagoinhas e Galícia.

Aprovado em 2ª votação projeto que obriga hospitais a fixar informação sobre atendimento de emergência 

Estabelecimentos hospitalares e prontos-socorros que atendem pelas redes pública e privada que funcionam na cidade de Feira de Santana deverão fixar placas informando ao público quanto ao seu direito ao atendimento de urgência ou emergência, sob pena de serem enquadrados por crime de omissão de socorro.

É o que determina projeto aprovado em segunda e última votação pela Câmara Municipal, nesta segunda-feira (22/10/2012). A proposta é de autoria do vereador Luiz Augusto – Lulinha.

A matéria, que segue agora para sanção pelo Poder Executivo, especifica a área externa das unidades de saúde devem ter aviso em forma de placa. Internamente, o informe deve ser por meio de murais – sempre em local visível, de forma destacada e legível. A placa e o texto no mural deve ser o seguinte:

“É obrigatório o atendimento de urgência ou emergência a toda e qualquer pessoas, independente de filiação ou não a plano de saúde, de depósito prévio ou de recusa em razão de especialidade médica, sob pena de configurar o crime de omissão de socorro tipificado no artigo 135 do Código Penal, com pena de detenção de 6 (seis) meses a 1 (um) ano ou multa. Para denunciar ligue 190”.

O descumprimento à lei acarretará em multa no valor de cinco mil reais – aplicada em dobro da reincidência – contra o infrator.

O vereador Lulinha diz que caberá ao Município, através do órgão competente, fiscalizar o cumprimento da medida. Ele pediu aos veículos de comunicação que também colaborem nesse acompanhamento.

Utilidade Pública para Instituto de Desenvolvimento da Educação e da Saúde Pública 

Foi aprovado em primeira discussão, na sessão desta segunda – feira (22) da Câmara Municipal, projeto de lei que declara de Utilidade Pública o Instituto de Desenvolvimento da Educação e da Saúde Pública.

O Instituto foi fundado em 11 de setembro de 2006 e tem sede localizada na rua Senador Quintino, número 216 – A, bairro Serraria Brasil, em Feira de Santana.

O projeto é de autoria do vereador José Sebastião Alves de Souza – Bastinho. A votação registrou a abstenção de cinco vereadores: Antonio Carlos Passos Ataíde – Carlito do Peixe, Eremita Mota, Frei Cal, Justiniano França e Roberto Tourinho.

Sementes distribuídas na zona rural de Feira estariam apresentando “gorgulho” 

As suspeitas de que sementes distribuídas para o plantio entre pequenos agricultores da zona rural de Feira de Santana devem ser apuradas através de exame. A proposta é do vereador Marialvo Barreto.

O petista fez a observação a partir de denúncia do vereador Luiz Augusto de que as sementes de milho e feijão doadas pela Prefeitura Municipal estariam “bichados”.

Segundo ele, alguns dos sacos que armazenavam estes grãos continham “gorgulhos” vivos, impossibilitando que o alimento fosse consumido pelos moradores daquelas localidades.

“Durante a distribuição desses grãos para as famílias da zona rural, constatei que não serviriam para o consumo humano e para o plantio, pois aparentavam uma cor avermelhada e estavam furados”, afirma.

Ele acredita que após constatarem que o feijão estava “bichado”, as pessoas que distribuíram estes grãos colocaram um produto para “amenizar a situação”, não obtendo êxito.

Lulinha fez um apelo para que as associações do distrito de Tiquaruçu e demais localidades – que não receberam ainda o milho e feijão – para não receberem. Pois estes grãos não terão a mesma eficiência como deveriam.

O vereador Marialvo Barreto solicitou de Lulinha amostras desses grãos para análise na Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA). “Este material precisa ser analisado, porque se foi semente não poderia conter gorgulhos. Elas já vêm tratadas”, disse.

Albertino Carneiro é o fundador do MOC.
Albertino Carneiro é o fundador do MOC.
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