Autor de uma das obras mais polêmicas sobre a vida de D. Pedro I, o espanhol Javier Moro vem à Bahia para palestras

O polêmico e um dos mais vendidos escritores da Europa, o espanhol Javier Moro, chega à capital para palestras no Instituto Cervantes de Salvador e na Feira Literária Internacional de Cachoeira (FLICA 2012).
O polêmico e um dos mais vendidos escritores da Europa, o espanhol Javier Moro, chega à capital para palestras no Instituto Cervantes de Salvador e na Feira Literária Internacional de Cachoeira (FLICA 2012).
O polêmico e um dos mais vendidos escritores da Europa, o espanhol Javier Moro, chega à capital para palestras no Instituto Cervantes de Salvador e na Feira Literária Internacional de Cachoeira (FLICA 2012).
O polêmico e um dos mais vendidos escritores da Europa, o espanhol Javier Moro, chega à capital para palestras no Instituto Cervantes de Salvador e na Feira Literária Internacional de Cachoeira (FLICA 2012).

O polêmico e um dos mais vendidos escritores da Europa, o espanhol Javier Moro, chega à capital para palestras no Instituto Cervantes de Salvador e na Feira Literária Internacional de Cachoeira (FLICA 2012). No dia 18 de outubro, às 19h, um dia antes de participar da FLICA 2012, Javier Moro vai ao Cervantes para um debate com o público, onde vai falar sobre sua literatura e seu último e bem repercutido romance, O império é você – A fascinante saga do homem que mudou a história do Brasil, que traz novos olhares sobre D. Pedro I.

Javier Moro acima de qualquer coisa é um apaixonado pelo Brasil. Sua relação com o país começou na época que estudava antropologia, e atraído pela história e costumes das terras tupiniquins, passou longas temporadas na Amazônia com o intuito de aprofundar seu conhecimento e interesse.

Seu último livro, O império é você – A fascinante saga do homem que mudou a história do Brasil lhe rendeu ano passado o Prêmio Planeta e vendeu mais 400 mil cópias. Segundo Moro, o livro traz a história romanceada e não um romance histórico. A implicância dos historiadores no Brasil a cerca da obra de Javier Moro se justifica por conta da dificuldade que eles tem em reconhecer o estilo de escrita em que se apropriou para escrever. “Não sou historiador, sou novelista e escrevi uma história romanceada tentando ser o mais fiel aos fatos”, afirma Moro.

Seu primeiro livro, “Caminhos de Liberdade”, de 1992, narra a trajetória do seringueiro, ambientalista e sindicalista Chico Mendes. Após saber de sua morte, ocorrida em dezembro de 1988, Moro se deslocou para o Brasil, onde viveu e pesquisou sua história por três anos, percorreu milhares de quilômetros de selva e entrevistou líderes sindicalistas ameaçados, assim como Chico Mendes.

Moro é também um dos mais ferrenhos defensores dos direitos autorais dos escritores, acredita que existe uma grande diferença entre o escritor querer publicar seu livro gratuitamente na internet, abrindo mão dos seus direitos autorais, e quem simplesmente utiliza de forma indiscriminada, conteúdo autoral de uma forma que não se sinta fazendo algo ilegal. “É urgente que as autoridades apliquem com rigor a lei que protege os direitos autorais, completa.

Moro participa ainda no dia 19 de outubro, às 15h, junto com o historiador Ordep Serra, da Feira Literária Internacional de Cachoeira (FLICA). Ambos participarão de uma mesa redonda sobre a história do “2 de julho” para apresentar uma teoria que destoa da versão popularmente conhecida sobre o fato.

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