Produção industrial baiana cresceu 0,4% em julho

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Produção industrial baiana cresceu 0,4% em julho. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Produção industrial baiana cresceu 0,4% em julho. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Produção industrial baiana cresceu 0,4% em julho. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Produção industrial baiana cresceu 0,4% em julho. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)

A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) aponta que a produção industrial baiana (de transformação e extrativa mineral) apresentou, em julho de 2012, acréscimo de 0,4% na série com ajuste sazonal, em comparação com junho do mesmo ano (que teve acréscimo de 1,6%). Na comparação com junho de 2011, houve aumento de 2,7%. Já no acumulado do ano, de janeiro a julho, a indústria baiana apresentou expansão de 2,9%. Os resultados foram divulgados pelo IBGE, com análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

Na comparação julho12/julho11, a indústria apresenta variação positiva na produção física, com taxa de 2,7%. O resultado positivo no indicador é atribuído, principalmente, ao crescimento nos segmentos de refino de petróleo (18,8%), celulose e papel (15,3%) e alimentos e bebidas (3,0%). Os segmentos de borracha e plástico (8,8%) e minerais não metálicos (6,1%) também influenciaram o desempenho do setor. Por outro lado, as contribuições negativas vieram de metalurgia básica (-39,7%), veículos automotores (-35,3%) e produtos químicos (-1,4%).

No acumulado do ano de 2012 (janeiro a julho), comparado com o mesmo período do ano anterior, a taxa da produção industrial baiana registrou acréscimo de 2,9%. Cinco dos oito segmentos da indústria de transformação influenciaram o resultado no período, com destaque para produtos químicos (12,2%), alimentos e bebidas (4,3%), celulose e papel (2,7%), borracha e plástico (9,2%) e minerais não metálicos (3,8%). Negativamente, destacaram-se metalurgia (-13,7%), resultado da queda na produção de barras, perfis e vergalhões de cobre e ferrossilício; refino de petróleo e produção de álcool (-1,8%), pressionado, sobretudo pela redução na produção de óleo diesel, óleo combustível e naftas para petroquímica; e veículos (-15,0%).

No acumulado dos últimos 12 meses, comparado com o mesmo período anterior, a taxa da produção industrial baiana passou de -0,3% em junho para 0,3% em julho. As principais contribuições positivas vieram dos segmentos produtos químicos (7,5%) e alimentos e bebidas (5,5%). Refino de petróleo e produção de álcool (-7,2%), metalurgia básica (-11,6%) e veículos (-19,9%) registraram as principais contribuições negativas.

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Sobre Carlos Augusto 10092 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).