Presidente Dilma Rousseff responde a crítica do ex-presidente FHC ao afirmar que recebeu de Lula uma herança bendita

Na “herança bendita” de Lula, segundo Dilma, também estão incluídas “uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes”. A presidenta ainda lista o reconhecimento internacional do país e declara que Lula “é um exemplo de estadista”. “Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse”, disse.
Na “herança bendita” de Lula, segundo Dilma, também estão incluídas “uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes”. A presidenta ainda lista o reconhecimento internacional do país e declara que Lula “é um exemplo de estadista”. “Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse”, disse.
Na “herança bendita” de Lula, segundo Dilma, também estão incluídas “uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes”. A presidenta ainda lista o reconhecimento internacional do país e declara que Lula “é um exemplo de estadista”. “Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse”, disse.
Na “herança bendita” de Lula, segundo Dilma, também estão incluídas “uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes”. A presidenta ainda lista o reconhecimento internacional do país e declara que Lula “é um exemplo de estadista”. “Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse”, disse.

A presidenta Dilma Rousseff respondeu hoje (03/09/2012) às críticas feitas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em artigo publicado ontem (2) nos jornais O Estado de São Paulo, O Globo e Jornal Grande Bahia. No artigo, FHC chama de “herança pesada” o legado deixado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com duras críticas à política energética e às medidas econômicas adotadas por ele com consequências no governo Dilma.

Ainda no artigo, o ex-presidente também diz que o governo Dilma passou por uma crise moral, com a demissão de oito ministros, sete deles por suspeitas de envolvimento em corrupção.

Em nota oficial, a presidenta declara que foi “citada de modo incorreto” por Fernando Henrique e por isso decidiu se manifestar. “Recebi do ex-presidente Lula uma herança bendita. Não recebi um país sob intervenção do FMI [Fundo Monetário Internacional] ou sob ameaça de apagão”, disse a presidenta, em referência ao governo FHC.

Além de defender a “herança” que recebeu de Lula, Dilma destaca que não reconhecer avanços da história recente do Brasil é uma “tentativa menor de reescrever a história”.

“O passado deve nos servir de contraponto, de lição, de visão crítica, não de ressentimento. Aprendi com os erros, e, principalmente, com os acertos de todas as administrações que me antecederam. Mas governo com os olhos no futuro”, diz a nota assinada pela presidenta.

Na “herança bendita” de Lula, segundo Dilma, também estão incluídas “uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes”. A presidenta ainda lista o reconhecimento internacional do país e declara que Lula “é um exemplo de estadista”. “Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse”, disse.

Nota Oficial

Citada de modo incorreto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em artigo publicado neste domingo, nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, creio ser necessário recolocar os fatos em seus devidos lugares.

Recebi do ex-presidente Lula uma herança bendita. Não recebi um país sob intervenção do FMI ou sob a ameaça de apagão.

Recebi uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes.

Recebi um país mais justo e menos desigual, com 40 milhões de pessoas ascendendo à classe média, pleno emprego e oportunidade de acesso à universidade a centenas de milhares de estudantes.

Recebi um Brasil mais respeitado lá fora graças às posições firmes do ex-presidente Lula no cenário internacional. Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse. O ex-presidente Lula é um exemplo de estadista.

Não reconhecer os avanços que o país obteve nos últimos dez anos é uma tentativa menor de reescrever a história. O passado deve nos servir de contraponto, de lição, de visão crítica, não de ressentimento. Aprendi com os erros e, principalmente, com os acertos de todas as administrações que me antecederam. Mas governo com os olhos no futuro.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil
Brasília,  03/09/2012.

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Herança Pesada | Por Fernando Henrique Cardoso

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Sobre Carlos Augusto 9615 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).