Heraldo Rocha critica Jaques Wagner ao afirmar que o caranguejo virou o símbolo do turismo, e que segmento recua

Heraldo Rocha critica Jaques Wagner ao afirmar que o caranguejo virou o símbolo do turismo, e que segmento recua.
Heraldo Rocha critica Jaques Wagner ao afirmar que o caranguejo virou o símbolo do turismo, e que segmento recua.
Heraldo Rocha critica Jaques Wagner ao afirmar que o caranguejo virou o símbolo do turismo, e que segmento recua.
Caranguejo virou o símbolo do turismo na Bahia, segundo Rocha.

“O destino do turismo baiano, sob o governo de Jaques Wagner, é andar na trilha do caranguejo, sempre para trás”, lamenta o presidente do Democratas Salvador, Heraldo Rocha, diante da lamentável situação do Centro de Convenções, sem condições para a realização de grandes eventos. “Há alguns anos eles anunciaram a privatização do equipamento, que ganharia novos investimentos, liberaria o estado de despesas e ainda renderia alguma receita com a concessão. Pura conversa fiada”, lembra.

Segundo Heraldo Rocha, o Centro de Convenções se encontra em estado crítico, sem condições de abrigar grandes congressos. “O trade turístico já pediu a suspensão das atividades para realização de reformas urgentes, mas o governo responde com uma solução ‘meia-sola’ e, o pior, admite que nem há uma empresa fazendo a manutenção permanente do equipamento”.

Para o líder democrata, se já não bastassem o Pelourinho e a orla de Salvador, completamente abandonados e se degradando, o que afeta diretamente o turismo cultural e de lazer na capital baiana, que vai mal, a situação precária do Centro de Convenções prejudica muito o turismo de negócios.

“Ao contrário de Jaques Wagner, que nada faz pela Bahia, o governo do Ceará, por sua vez, trabalha pelo desenvolvimento de sua terra. Recentemente investiu R$ 400 milhões na construção do mais moderno centro de convenções do País, que já está em atividade. O legado de Jaques Wagner é o passo de caranguejo, sempre pra trás”, afirma Heraldo Rocha.

 

 

Sobre Carlos Augusto 9449 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).