“FHC foi buscar lã e saiu tosquiado”, dispara Emiliano José, deputado federal

"Há uma operação fadada ao fracasso no país: aquela que se destina a separar o presidente Lula da presidenta Dilma". A afirmação foi feita pelo deputado federal Emiliano José. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
"Há uma operação fadada ao fracasso no país: aquela que se destina a separar o presidente Lula da presidenta Dilma". A afirmação foi feita pelo deputado federal Emiliano José. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
"Há uma operação fadada ao fracasso no país: aquela que se destina a separar o presidente Lula da presidenta Dilma". A afirmação foi feita pelo deputado federal Emiliano José. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
"Há uma operação fadada ao fracasso no país: aquela que se destina a separar o presidente Lula da presidenta Dilma". A afirmação foi feita pelo deputado federal Emiliano José. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)

“Há uma operação fadada ao fracasso no país: aquela que se destina a separar o presidente Lula da presidenta Dilma”. A afirmação foi feita pelo deputado federal Emiliano José, nesta terça-feira (04/09/2012), em Brasília. Em resposta ao artigo escrito pelo ex-presidente Fernando Henrique, onde afirmava ter a presidente Dilma Rousseff recebido uma “herança maldita” do seu antecessor, o ex–presidente Lula, o deputado criticou o tucano. “Para além dos componentes freudianos, de seu impressionante mal-estar diante do sucesso do governo Lula e do não menos impressionante fracasso de sua administração à frente do país, Fernando Henrique pretendia não só atacar Lula como, ao mesmo tempo, tentar demonstrar que Dilma vinha tentando consertar os erros de seu antecessor. Deu com os burros n’ água. Foi buscar lã e saiu tosquiado”, disparou.

Para o parlamentar, a presidenta Dilma revelou o quanto são ignorantes os que duvidavam da sua capacidade técnica, gerencial e administrativa. Segundo Emiliano, não se ataca um projeto político, social, econômico e cultural que está mudando o Brasil de modo impune. E aproveitou para elogiar a resposta contundente da presidenta. “Ela sabe que está seguindo um rumo iniciado com o presidente Lula, sabe-se herdeira de tantas lições, como disse, sabe o roteiro a seguir, e que não se diferencia no essencial daquilo que fora feito durante os oito anos do governo Lula”. Ainda de acordo com o parlamentar, chega a se ridículo que FHC pretenda dar lições a quem quer que seja, sobretudo se for avaliada sua gestão: um governo marcado pela alienação do patrimônio público a preços irrisórios, pelo aumento exponencial da dívida pública externa, e pela aproximação e defesa da ALCA.

“Nós, todos nós, do PT e dos partidos aliados, queremos Lula em nosso palanque. É sempre uma honra recebê-lo. Nós o queremos e o povo quer. Continua a ser o maior líder popular de nossa história. Compreendem-se as dores freudianas de FHC, inconformado com o fato de esse retirante ter-se tornado também uma liderança mundial respeitada. Mas, e FHC: ninguém me ama, ninguém me quer. Ninguém o chama para palanque, nem os tucanos, que o preferem longe, e calado se possível. Tivesse ficasse calado, enfiado a viola no saco, como o aconselham seus amigos tucanos, e não receberia a resposta dura que recebeu”, sentenciou o petista.

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Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).