Deputado federal feirense, Sérgio Barradas Carneiro concede entrevista a Alexandre Garcia sobre o novo Código de Processo Civil

Sérgio Carneiro: O Brasil teve dois outros códigos: um em 1939, feito na Ditadura Vargas, e o atual, feito na Ditadura Militar, em 1973.
Sérgio Carneiro: O Brasil teve dois outros códigos: um em 1939, feito na Ditadura Vargas, e o atual, feito na Ditadura Militar, em 1973.

Em 5 de setembro de 2012, o deputado federal Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA) e  Marcus Vinicius Coelho, secretário geral do Conselho Federal da OAB e participante da comissão de juristas do Senado, foram entrevistado pelo Alexandre Garcia. Os convidados debateram as novas regras do Código de Processo Civil.

Sérgio Carneiro, relator do projeto, afirma que o processo de produção do novo código foi pensado para durar mais de 40 anos. Segundo ele, este código é considerado o documento mais importante do Brasil depois da Constituição Federal. O projeto do novo Código de Processo Civil está pronto, sendo o terceiro na história do Brasil.

O projeto ainda vai ser lido e submetido à Câmara dos Deputados. “Tem alguns pontos que entendemos que o Código, embora tenha qualidades, deve ser modificado para que a celeridade não seja construída ferindo a segurança jurídica, o direito das pessoas de terem preservados os seus patrimônios, os seus bens”, declara Marcus Vinicius Coelho, secretário geral do Conselho Federal da OAB e participante da comissão de juristas do Senado.

Sobre Carlos Augusto 9462 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).