Workshop em Valente busca soluções para a cadeia do sisal na Bahia

Trabalhadores rurais colocam o sisal para secar. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Trabalhadores rurais colocam o sisal para secar. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Trabalhadores rurais colocam o sisal para secar. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Trabalhadores rurais colocam o sisal para secar. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)

Pesquisadores, técnicos, professores universitários e secretários de Estado vão estar presentes nesta terça-feira (21) em Valente para participar do workshop “Cadeia Produtiva do Sisal – fibras naturais em tempos de sustentabilidade”. O evento, que acontece no auditório da APAEB, a partir das 8 horas, será aberto pelo secretário da Agricultura, Eduardo Salles. Em seguida, às 8h30, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Câmera, fala sobre “Desenvolvimento do Sisal em Base Tecnológica – Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação”.

O workshop segue durante todo o dia com diversas palestras sobre o tema, ministradas por especialistas da Embrapa, UFBA , Seagri e Cenargen. À tarde, a partir das 14h40, acontece no local uma reunião da Câmara Setorial de Fibras Naturais do Estado da Bahia, que vai discutir e validar o acordo de cooperação do setor. No dia seguinte, 22, alguns participantes sairão para Campo Formoso, onde acontece uma vista técnica a uma área de produção e beneficiamento de sisal, a partir das 10h30.

De acordo com o secretário Paulo Câmera, a SECTI tem feito esforços para o desenvolvimento de processos, novos produtos e modelos de gestão voltados para a agregação de valor à cadeia produtiva do sisal. Entre as ações prioritárias está a implantação de uma biofábrica em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) para produção de espécies resistentes à “podridão vermelha” e instalação de viveiros aclimatadores nas regiões produtoras.

“A nossa intenção é aproveitar integralmente a fibra do sisal e incorporar novos usos para o produto, como xampu contra caspa, remédio para doenças de pele, acaricidas e ração animal”, destaca o secretário, lembrando ainda que a fibra do sisal pode ser usada na indústria automobilística, nos eletroeletrônicos, em móveis e construção civil, além de servir para ração animal e produção de etanol.

Sobre Carlos Augusto 9506 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).