Investimentos privados na Bahia chegarão a 72 bilhões até 2015, afirma deputado federal Emiliano José

Banner do JGB: Campanha ‘Siga a página do Jornal Grande Bahia no Google Notícias’.
Investimentos privados na Bahia chegarão a 72 bilhões até 2015, afirma deputado federal Emiliano José. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Investimentos privados na Bahia chegarão a 72 bilhões até 2015, afirma deputado federal Emiliano José. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Investimentos privados na Bahia chegarão a 72 bilhões até 2015, afirma deputado federal Emiliano José. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Investimentos privados na Bahia chegarão a 72 bilhões até 2015, afirma deputado federal Emiliano José. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)

Mais de 72 bilhões de reais. Este é o valor dos investimentos privados na Bahia até 2015. Entre 2007 e 2012, os investimentos chegaram a 13,6 bilhões. Os números foram apresentados pelo deputado federal Emiliano José (PT-BA) durante a sessão parlamentar desta quarta-feira (22/08/2012), em Brasília. Emiliano aproveitou para defender o volume de recursos destinados ao estado. “O governo Wagner marcará sua presença na Bahia pelo maior volume de investimentos dos últimos 50 anos”, destacou.

Para Emiliano, a Bahia tem mudado em ritmo acelerado desde que o governador Wagner assumiu, e vai mudar muito mais entre 2012 e 2015. “Entre 2007 e 2012, os investimentos privados chegaram aos R$ 13,6 bilhões. Entre 2012 e 2015, chegarão a nada menos que R$ 72,5 bilhões. Se somarmos ao investimento privado o que vai ocorrer de investimento público, em torno de R$ 7 bilhões, teremos um total de quase R$ 80 bilhões, algo como o valor de seis polos petroquímicos de Camaçari”, afirmou o deputado.

Esses investimentos, distribuídos por 485 empreendimentos, se concentrarão especialmente nas áreas de mineração e energia – mais de 50% do total. Serão seguidas pelas áreas de celulose e papel (mais de 10%), naval e náutica (quase 8%), veículos automotores e químicos-petroquímicos, ambos com 6%, além de petróleo e biocombustíveis, com mais de 11%. Para o parlamentar, estes números só são possíveis graças a uma acertada forma de governar.  “A economia e a política estão interligadas. Pode haver por parte da instância política uma relação de compadrio e favorecimento, não-republicana, ou pode haver uma outra, republicana, democrática, que estimule o empresariado a investir sem condicionamentos espúrios. O governo Wagner inaugurou uma nova forma de governar, inclusive na relação com o empresariado”.

Ainda segundo o parlamentar, é importante que os recursos venham para o estado respeitando critérios essenciais aos interesses da sociedade, como a proteção ao meio-ambiente, a criação de empregos e o crescimento econômico. “Vamos assistir a esse novo ciclo de investimentos, o maior dos últimos 50 anos, com a esperança de que a Bahia, ao final, seja outra, mais generosa ainda com seu povo, cada vez mais uma Bahia de todos nós”, finalizou o petista.

Sobre Carlos Augusto 9656 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).