Grandes expectativas de negócios para Expofeira 2012

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A Exposição Agropecuária de Feira de Santana (Expofeira 2012) deve gerar um retorno financeiro de R$ 8 milhões em negócios nos oito dias do evento. A expectativa é do engenheiro agrônomo e coordenador da Expofeira, Joedilson Freitas.  Segundo ele, este retorno será resultado dos negócios feitos nos leilões, vendas de implementos agrícolas e de animais, comércio de lanches, bebidas e outros negócios, além do financiamento bancário.

“Esperamos um bom resultado. Já tivemos criadores procurando mais baias e, por conta disso, vamos colocar mais 100, o que vai totalizar 320”, disse Freitas, acrescentando que “as baias móveis começam a ser montadas nesta segunda-feira (27/08/2012)”.

Neste ano a área do Parque de Exposição João Martins da Silva será ocupada por 100 pontos comerciais, 111 vendedores ambulantes, concessionárias, agências bancárias, implementos agrícolas e diversas áreas para outros serviços. Qualquer cervejaria poderá comercializar seus produtos na área do parque.

Dos 100 pontos comerciais, 30 serão destinados para a venda de lanches, 30 para coquetel, 24 para comida e bebida, e mais 16 para jogos. Dentre os ambulantes que irão atuar na Exposição, haverá vendedores de lanche, bebida, acarajé, pipoca, jogos e coco verde, além de outros.

A expectativa do secretário municipal de Agricultura e Recursos Hídricos é que o parque esteja pronto até o dia 31 de agosto. Na sexta-feira (24/08/2012) os serviços estavam concentrados na conclusão da montagem do espaço Caminho da Roça, armação do Parque de Diversão e stands, e o palco já está pronto. A montagem dos toldos na área do show começa na segunda-feira.

Efervescência cultural na Caminhada do Folclore

Expressões culturais e figuras folclóricas como bumba-meu-boi, capoeira, Lampião e Maria Bonita, Caretas de Cairu e fanfarras abrilhantaram à 13ª edição da Caminhada do Folclore, realizada na manhã deste domingo (26/08/2012). Unidos, os 108 grupos de Feira de Santana e região fizeram uma verdadeira demonstração do Folclore, comemorado na quarta-feira (22/08/2012), e lotaram a Avenida Getúlio Vargas.

O evento é promovido pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e tem o apoio da Prefeitura de Feira de Santana, através da Fundação Cultural Municipal Egberto Tavares Costa. Segundo a diretora do Cuca, Celismara Gomes, a caminhada contou com a apresentação de mais de cinco mil artistas, entre grupos de aboiadores, quadrilhas, capoeira, bumba meu boi, samba de roda, dentre outros.

“Percebemos o crescimento da Caminhada do Folclore a cada ano. Temos pessoas de Irará, Amélia Rodrigues, Santo Estêvão, Itaberaba e outras cidades. Muito deles saem de suas cidades na madrugada do domingo para estarem aqui na caminhada”, conta a diretora.

Neste ano o percurso do desfile foi reduzido, visando maior comodidade para os grupos, sobretudo de samba de roda e capoeira. Com isso, a caminhada saiu do cruzamento entre a Rua Tertuliano Carneiro e a Avenida Getúlio Vargas, e seguiu até o cruzamento entre a avenida e a rua professor Fernando São Paulo, nas proximidades do Monumento à Maria Quitéria.

A Caminhada já é inserida no Guia de Bens Culturais do Brasil e foi prestigiada por um público de aproximadamente 25 mil pessoas. As Secretarias Municipais de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL), Serviços Públicos (SESP), Transportes e Trânsito (SMTT), e Educação (SEDUC) também apoiam o evento.

“Disponibilizamos a estrutura necessária como palco e som, água mineral para os participantes e transporte. A Prefeitura dá o maior apoio para a Caminha do Folclore porque sabe da importância de valorizar a cultura”, declara o secretário da SECEL, Euclides Artur Andrade.

Cavalgada do Alecrim Miúdo mantém tradição

Vaqueiros de Feira de Santana e municípios vizinhos participaram de mais uma edição da Cavalgada do povoado de Alecrim Miúdo, na Matinha, neste domingo (26/08/2012). A iniciativa é uma realização do grupo Sem Parea e tem o apoio da Prefeitura de Feira de Santana.

Na 5ª edição da cavalgada, de acordo com o presidente do evento, Filipe Alves Vitório, 250 cavaleiros participaram. Dentre os grupos presentes, Espora de Ouro (Fazenda Boa Vista – Tiquaruçu), Cavaleiros da Lua (Candeia Grossa), Galope (Santanópolis), Cavaleiros de Nossa Senhora (Olhos D’Água das Moças) e Pangaré (Matinha).

“Nosso percurso sai do Alecrim Miúdo com destino à Candeia Grossa. Passamos um tempo lá e voltamos para o povoado. A cada ano temos maior participação de vaqueiros daqui e da região”, conta Vitório.

Após o desfile dos vaqueiros houve leilões e apresentação dos aboiadores Rony Rei e Toinho do Gado, no Alecrim Miúdo.

Escola Antonio Alves de cara nova

Centenas de pais, estudantes e funcionários da Escola Municipal Professor Antônio Alves Lopes, situada no conjunto Viveiros, comemoraram a revitalização da unidade de ensino com apresentação dos alunos e músicos e recebimento da placa de premiação.

Através da gincana “Reciclar é Transformar”, promovida pela empresa de refresco Tang, a escola ganhou o prêmio no valor de R$ 15 mil, investido na obra e aquisição de mobília confeccionada com material reciclável.

Hoje o pátio, corredores e área externa da unidade de ensino estão com pintura nova e os bancos do pátio, a exemplo do material do refeitório, são de madeira reciclável. No paisagismo foram utilizados até mesmo pneus que seriam descartados. Além disso, a escola recebeu mesas e cadeiras para a biblioteca e mais 55 carteiras com os tampos e bancadas produzidos através da reciclagem das embalagens de refresco enviadas.

“A proposta da Gincana Verde veio de encontro com as nossas necessidades mundiais de conceito de sustentabilidade. Essa escola tem uma grande preocupação com as questões ambientais do bairro e o bom é que a gincana não foca marcas. Quem ganha somos nós, o planeta e o mundo”, destaca a coordenadora da escola e líder do Esquadrão da Gincana, Ana Cláudia Carneiro.

A iniciativa envolveu 950 alunos e famílias, e empenho de 50 profissionais da unidade escolar, além do fortalecimento de parcerias e responsabilidade social adotados pela Escola João Paulo I. Através desse empenho a escola acumulou 17.070 pontos com 8.435 embalagens enviadas.

“Cada embalagem nos deu em troca 0,02 centavos e agora a escola tem uma poupança de R$ 170,00. Já estamos recolhendo mais embalagens e as enviando pelos Correios para participarmos da próxima etapa, que vai dar um kit multimídia. Na última etapa a gincana vai premiar o vencedor com um notebook”, informa a coordenadora.

A primeira etapa da competição aconteceu nos meses de maio e junho, em escolas dos estados de Pernambuco, Bahia e Ceará, sendo cinco de Feira de Santana. Para o secretário municipal de Educação, José Raimundo Pereira de Azevedo, a gincana é uma boa oportunidade de integrar os alunos e conscientizá-los sobre a importância de conservar o meio ambiente.

Agricultura familiar é tema de palestra

Moradores e produtores rurais do distrito de Humildes participaram de atividades alusivas ao Dia do Agricultor, celebrado no dia 28 de julho. Durante o evento, realizado pelo Centro de Referência Especializada em Assistência Social (CREAS) Maria Régis Ferreira em parceria com o CRAS de Humildes, foi realizada palestra sobre a agricultura familiar e seus desdobramentos.

Na oportunidade, a coordenadora do CRAS, Ana Carla Lacerda, destacou a alegria da comunidade rural com a chegada das chuvas. “Apesar de a chuva não ter deixado algumas pessoas virem participar do evento, nós só temos a comemorar por ela, principalmente na nossa localidade. É uma alegria realizar essa discussão junto a todos vocês”, frisou.

A coordenadora do CREAS e assistente social Bruna Bastos reiterou a função dos Centros nas localidades onde estão instalados. “O nosso trabalho é de prestar assistência às populações, através de uma equipe composta por advogado, psicólogo, assistentes e educadores sociais” pontua.

Durante a palestra, ministrada pela engenheira agrônoma e mestranda em Solos e Qualidades de Ecossistemas pela UFRB, Maria Elisa Falcão de Oliveira, foram apresentados conceitos de agricultura familiar e de subsistência e uma problematização acerca da produção e comercialização dos produtos.

“Existe uma instabilidade de preços e a constante possibilidade de perdas, devido ao clima e outros fatores. E há ainda uma certa falta de organização por parte dos produtores, que, por vezes, não se unem e acabam competindo quanto aos preços”, afirmou.

*Com informações da PMFS

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