Camaçari: Polícia Civil elucida morte do empresário de mineração Adílson Pena

As investigações e informações sobre o caso são oriundas da Polícia Civil da Bahia.
As investigações e informações sobre o caso são oriundas da Polícia Civil da Bahia.
As investigações e informações sobre o caso são oriundas da  Polícia Civil da Bahia.
As investigações e informações sobre o caso são oriundas da Polícia Civil da Bahia.

Com as prisões de Ronaldo Alves Cunha, o “Roni”, 40 anos, Carlos Alexandre Jatobá, o “Rato Branco”, 30, e Paulo César Franco Vitória, o “Rasta”, 22, a Polícia Civil elucidou a morte do empresário Adílson Pena Paolilo, assassinado a tiros, em Camaçari, em fevereiro de 2012, quando caminhava em uma praça naquele município. Os mandados foram cumpridos, nesta terça-feira (10/07/2012), em Barra do Jacuípe, em Camaçari, e Boca do Rio, em Salvador.

O titular da 18ª Delegacia Territorial (Camaçari), delegado João Uzzum, apresentou na manhã desta quarta-feira (11), no auditório do edifício-sede da Polícia Civil, na Piedade, os criminosos à imprensa. O assassinato de Adílson Paolilo foi motivado pela disputa de uma área de exploração de areia na localidade de Joia de Itacimirim, na região de Barra do Jacuípe, Litoral Norte.

Investigado por envolvimento em outras mortes de pessoas também ligadas à exploração de areia, Roni é apontado como mandante do crime. Atuando neste mercado em Barra do Jacuípe, há pelo menos 20 anos, ele ordenaria execuções de empresários e comerciantes que não lhe pagassem propina para ali trabalhar na exploração de areia.

Já Rato Branco e o comparsa Rasta executaram a vítima a tiros, cuja morte interessava diretamente a um cidadão, que pretendia assumir a parte de Paolilo no terreno, para expandir os negócios. Localizado e preso no condomínio de luxo Vilas do Jacuípe, ele possuía uma Pajero e duas motoaquáticas na garagem do imóvel.

Segundo o delegado João Uzzum, Roni – dono de um patrimônio que inclui fazendas, carros de luxo e até parques de vaquejada –, preso em flagrante em 2010, responde a um processo por homicídio. “Ele foi liberado seis meses depois da prisão, mediante liminar concedida no plantão do Tribunal de Justiça da Bahia”, esclarece o delegado Uzzum.

Provisoriamente custodiados na carceragem da 18ª DT, Roni, Rato Branco e Rasta aguardam transferência para o presídio de Salvador. As investigações devem prosseguir para identificar outros possíveis envolvidos no esquema de extorsão de comerciantes e empresários na área de exploração de areia, na localidade de Joia do Itacimirim.

*Com informações da SSP/BA

Redação do Jornal Grande Bahia
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