Pescador é acusado de matar o cunhado no distrito de Governador João Durval Carneiro (Ipuaçu)

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O pescador Nestor Nunes Alves, conhecido como “Dica”, 47 anos, foi preso na tarde desta terça-feira (17/07/2012) por policiais militares no distrito de Governador João Durval Carneiro (Ipuaçu).

Ele é acusado de matar o cunhado Gilvan Silva Costa, 33 anos que era conhecido como Gel Pescador. Ele morava na fazenda Amarela e foi morto com quatro tiros, por volta das 12h30 do mesmo dia, na Fazenda Bom Jardim, localizada às margens do rio Jacuípe, naquele distrito.

Segundo a polícia, testemunhas contaram que Gel estava em uma canoa quando o cunhado se aproximou e deflagrou os tiros. A vítima tentou se defender com um facão, mas não resistiu e morreu no local.

Uma equipe da Delegacia de Homicídios (DH), comandada pela delegada adjunta Bárbara Lima, esteve no local para efetuar o levantamento cadavérico. O corpo foi removido para o Departamento de Polícia Técnica de Feira de Santana.

A delegada informou que vai solicitar o exame de pólvora combusta, pois o acusado admitiu já ter brigado com a vítima há cerca de um ano, mas nega ter cometido o crime.

Três pessoas são baleadas no centro de Feira

Dois homens em uma motocicleta balearam três pessoas por volta das 14h desta terça-feira (17/07/2012) na rua Visconde do Rio Branco, centro de Feira de Santana. Os criminosos estavam em uma moto Honda Twister, vermelha e placa não anotada e deflagraram vários tiros na direção de Clodoaldo de Jesus Oliveira, que mesmo baleado buscou refúgio na garagem da empresa de ônibus São Luiz.

Durante o tiroteio, outras duas pessoas que estavam próximas foram baleadas: Erick Joan Batista Oliveira Carvalho, 23 anos, atingido de raspão na mão e Antonio Miguel Pinheiro de França, 52, ferido no braço.

As vítimas foram socorridas em ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) até o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). Erick e Antonio foram medicados e liberados. Já Clodoaldo, alvo dos criminosos, foi atingido no peito e após ser submetido a cirurgia, permanece internado.

Populares contaram para a imprensa que foram momento de terror com o tiroteio e várias pessoas buscaram abrigo nas lojas e na empresa de ônibus.

Homem é assassinado em pleno centro da cidade

Nem o horário, nem o fluxo de pessoas, possíveis testemunhas, são o bastante para evitar que novos crimes aconteçam. Em plena luz do dia, no centro da cidade e em horário de pico, o desempregado, Danilo Santos Lima, 23 anos, que residia no bairro Tomba, foi assassinado em Feira de Santana.

O crime aconteceu no final da manhã desta terça-feira (17/07/2012), nas proximidades da Praça da República. Segundo a Polícia, o crime foi cometido por um suspeito, que conduzia uma motocicleta demais dados ignorados. A vítima foi alvejada por dois tiros na cabeça, enquanto lanchava.

Segundo a Guarda Civil Municipal, o suspeito é de cor negra e estava em uma moto cinza. “Infelizmente com o trânsito não deu para iniciar a perseguição”, disse o comandante da GCM, Marcus Vinícius Alves.

Após levantamento cadavérico, o corpo da vítima foi removido para o Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Acusado de tráfico de drogas morre em troca de tiros com a polícia

Cláudio Rocha da Silva, 28 anos, que morava no bairro Santo Antonio dos Prazeres, morreu durante um confronto com policiais da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Feira de Santana na manhã desta terça-feira (17/07/2012).

A troca de tiros aconteceu na localidade da Portelinha, no mesmo bairro onde a vítima morava, informaram os agentes da polícia civil.

A polícia informou que “Inha” como era mais conhecido, é suspeito pela pratica de tráfico de drogas no local. Ele portava dois aparelhos celulares e um revólver calibre 38 no momento da troca de tiros.

Na casa do acusado foram encontradas 70 pedras de crack, 100 buchas de maconha, além de 200 gramas da erva, e a quantia de R$ 100, provavelmente fruto da venda de drogas.

O jovem ainda foi socorrido com vida para a emergência do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), mas não resistiu.

A operação contou com a participação dos policiais civis da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) que investigavam o tráfico na região.

Jovens necessitam de políticas públicas que possam atendê-los, diz juiz da Vara da Infância em Feira

Os jovens estão se envolvendo cada vez mais, na criminalidade. O que comprava é o aumentando nos dados policiais, onde muitos deles estão ligados ao tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

O juiz Valter Ribeiro aponta causas, que tem possibilitado à participação dos menores e adolescentes ao mundo do crime. Segundo ele a falta de políticas públicas; uma ação mais enérgica por parte dos órgãos de segurança; o preconceito social são fatores predominantes na questão.

Além disso, um investimento com seriedade e respeito. “Sabe-se quem são os traficantes por que não são presos? Como se prende somente aquele que se dizem traficantes, porque passam pequena quantidade da droga. Quanto àquele que está avolumando patrimônio, interesses na sociedade de toda ordem, sabe-se todos onde mora, quem é e quem deixa de ser não é preso?”, questiona, Valter Ribeiro

O juiz disse ainda que a sociedade prefere criar uma mascara de que e atribuir àqueles que não têm condições mínima de sobrevivência. “quem nasce pobre neste país é penalizado duas vezes, por um modelo legalista, onde um código penal foi feito desde o código do Império para punir o homem negro, o afro descente pobre e que não tem recursos ou propriedades”, conclui.

A frente da vara da infância e da juventude a cerca de15 anos, o juiz alega que nesse período tem observado mesmo com o crescimento da criminalidade como um todo, que a participação dos menores em atos infracionais basear-se na ausência das políticas públicas.

O juiz disse ainda que a falta de educação do povo para viver em cidadania, a classe menos favorecida, a má distribuição de renda, a ausência de equipamento de educação a exemplo do lazer, da profissionalização, e da família neste contexto da criminalidade, permitem que os jovens sejam usados como instrumentos para a sua efetivação. E quem sofre é a sociedade.

Valter Ribeiro, disse também, que existe o preconceito formulado, que é preciso que haja investimentos com seriedade e respeito. Contudo não está legitimando que os jovens devam cometer crime.

E compara – A vara da infância e do adolescente realiza por ano 1500 audiências e na vara crime apenas 200 audiências. Um adolescente em um ato infrator é penalizado com 45 dias privado da sua liberdade, já o adulto responde a um termo circunstanciado em seguida liberado.

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