Governo grego prevê queda ainda maior do PIB no ano

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“A situação da economia permanece crítica e particularmente difícil”, disse hoje (03/07/2012) o vice-ministro das Finanças, Christos Staikouras.
“A situação da economia permanece crítica e particularmente difícil”, disse hoje (03/07/2012) o vice-ministro das Finanças, Christos Staikouras.
“A situação da economia permanece crítica e particularmente difícil”, disse hoje (03/07/2012) o vice-ministro das Finanças, Christos Staikouras.
“A situação da economia permanece crítica e particularmente difícil”, disse hoje (03/07/2012) o vice-ministro das Finanças, Christos Staikouras.

O recuo do Produto Interno Bruto (PIB) da Grécia deverá ser ainda maior que o previsto anteriormente para este ano. A estimativa do novo governo grego é que a economia produza 6,7% a menos do que no ano passado, sendo que a projeção anterior era queda de 4,5%.

Em abril, o Banco Central grego tinha já previsto o agravamento da recessão, ao admitir uma queda do PIB “perto dos 5 %”, superior às estimativas oficiais (3%). Nos últimos dois anos a redução do produto alcançou a 11%.

“A situação da economia permanece crítica e particularmente difícil”, disse hoje (03/07/2012) o vice-ministro das Finanças, Christos Staikouras. Ele lembrou ainda que em março o desemprego foi 22%.

O novo governo de coalizão grego, dirigido pelo conservador Antonis Samaras, comprometeu-se em prosseguir as reformas previstas pelos credores internacionais, apesar de ter solicitado “alterações para favorecer o crescimento”.

“É necessário seguir políticas orientadas para o crescimento, alterar as políticas injustas e readaptá-las para travar a recessão”, sugeriu Staikouras.

O ministro sublinhou ainda que o plano econômico imposto pela União Europeia (UE) e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) deve ser complementado por políticas “destinadas a favorecer o emprego”.

A Grécia é o país da UE que enfrenta as maiores dificuldades econômicas por causa da crise internacional. A recessão, desencadeada em 2008, se agravou a partir de 2010, o que forçou o país a recorrer aos empréstimos internacionais.

Sobre Carlos Augusto 9670 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).