Deputado Targino Machado avalia que postura do PSC é coerente ao se manter na oposição ao PT

“Se forte estivesse o PT e a candidatura natimorta de Pelegrino, não estariam procurando o Partido Social Cristão.", avalia Targino Machado. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
“Se forte estivesse o PT e a candidatura natimorta de Pelegrino, não estariam procurando o Partido Social Cristão.", avalia Targino Machado. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
“Se forte estivesse o PT e a candidatura natimorta de Pelegrino, não estariam procurando o Partido Social Cristão.", avalia Targino Machado. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
“Se forte estivesse o PT e a candidatura natimorta de Pelegrino, não estariam procurando o Partido Social Cristão.", avalia Targino Machado. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)

Depois de confirmado o apoio do Partido Social Cristão ao PMDB para a disputa das eleições em Salvador neste ano, o deputado estadual Targino Machado elogiou a postura do seu partido. De acordo com o parlamentar, o PSC não fugiu do seu ideário.

“Fiquei satisfeito com essa coligação, pois o PSC não fugiu do seu ideário. Na última eleição, em 2010, o partido também esteve ao lado do PMDB e não poderia ser diferente desta vez. Foi uma decisão coerente. Não apoiava a união com o PT pelas razões que aponto em meus discursos. Que ganhe o melhor para Salvador e, se segundo turno houver, que as oposições se unam para garantir a vitória na cidade, para finalizar a perspectiva de união para 2014, quando o povo fará sucumbir o nefasto projeto do PT na Bahia ”, disse.

Targino ainda voltou a criticar a postura do PT, que tem disseminado miséria e traição aos baianos.

“Se forte estivesse o PT e a candidatura natimorta de Pelegrino, não estariam procurando o Partido Social Cristão. Aliás, dos cristãos eles distanciam cada vez mais, com a prática diabólica, que se traduz na disseminação da miséria e da traição, perpetradas contra os servidores públicos estaduais, com ênfase para a Polícia Militar e professores, que têm galvanizado rejeição nunca antes vista por um governador na Bahia. Exemplo recente disso são as coleções de vaias acumuladas por ele, como aconteceu no Dois de Julho”, afirmou.

Sobre Carlos Augusto 9508 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).