Consumidor indignado protesta em Feira de Santana, em frente à Paraguassu Veículos, plotando o carro com a frase ‘eu comprei um Chevrolet e me arrependi’

O odontólogo Maurício Acioli indignado com a qualidade do veículo Chevrolet, Modelo Agile LTZ 1.4. protestou em frente à empresa, plotando o veículo com a frase ‘eu comprei um Chevrolet e me arrependi’. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
O odontólogo Maurício Acioli indignado com a qualidade do veículo Chevrolet, Modelo Agile LTZ 1.4. protestou em frente à empresa, plotando o veículo com a frase ‘eu comprei um Chevrolet e me arrependi’. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
O odontólogo Maurício Acioli indignado com a qualidade do veículo Chevrolet, Modelo Agile LTZ 1.4. protestou em frente à empresa, plotando o veículo com a frase ‘eu comprei um Chevrolet e me arrependi’.
O odontólogo Maurício Acioli indignado com a qualidade do veículo Chevrolet, Modelo Agile LTZ 1.4. protestou em frente à empresa, plotando o veículo com a frase ‘eu comprei um Chevrolet e me arrependi’. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)

O odontólogo Maurício Acioli (44 anos), indignado com a qualidade do veículo Chevrolet, Modelo Agile LTZ 1.4 2011, adquirido em 29 de setembro de 2011, na concessionária da GM de Feira de Santana, Paraguassu Veículos, apresentou hoje (25/07/2012), protesto em frente à empresa, plotando o veículo com a frase ‘eu comprei um Chevrolet e me arrependi’.

Segundo Acioli, quando fez a revisão dos 10 mil Km, o carro apresentava problema de ‘trincamento’ no motor. “Foi avisado ao mecânico que havia esse problema. Para minha surpresa, quando eu peguei a ordem de serviço, da revisão dos 10 mil não constava esse problema do trincamento. Retornando após duas semanas, fazendo a queixa do trincamento, foi orientado que completasse o tanque totalmente com álcool, porque o carro saia com problema e que a cada quatro abastecimentos com gasolina, fizesse um abastecimento com álcool, para resolver o problema do carro.”.

Surpreendido e indignado com o fato de estar limitado a abastecer o veículo, de acordo com as instruções de Aroldo, mecânico chefe da oficina da Paraguassu. Acioli explica que entrou em contato com o serviço de atendimento ao cliente da GM para protestar, e para surpresa, “o pessoal acatou a sugestão do mecânico, que segundo eles é uma orientação dos engenheiros da GM, que esse Agile seja abastecido com álcool para poder evitar o problema, que com gasolina ele dá problema.”.

Acioli se diz desrespeitado com o fato dos problemas técnicos serem identificados e não constarem no relatório do veículo. “Momentos antes eu havia saído com o mecânico Thiago, e ele visualizou e ouviu o problema do motor, mas na hora que chegou o relatório consta que não há problema no motor do veículo.”

Ele também explica que em função dos problemas apresentados, os veículos Agile apresentam valor de revenda baixo, e que um carro que tem apenas uso pessoal não deveria apresentar o tipo de desgaste apresentado. “o carro foi comprado por R$ 43.800, e em menos de ano ele já está na tabela por R$ 34.000, ou seja, uma desvalorização de R$ 10.000 em menos de um ano, é sinal que no mercado esse carro não está sendo bem aceito.”.

Maurício declara que jamais compraria outro veículo da Chevrolet, e que na Internet encontram-se “milhares de reclamações em cima do Agile.”.  Ele finalizanda explicando que chegou a tentar contato com a empresa, “queria uma negociação antes de ir para justiça, mas o que eles colocaram foi que eu tenho que obedecer a orientação do mecânico, abastecer com álcool para o carro não dar problema, tendo comprado um carro flex [etanol e gasolina], não faz muito sentido isso.”.

O Jornal Grande Bahia esteve na Paraguassu Veículos, mas evitaram comentar sobre o assunto.

Consultando a Internet, foi encontrando um vídeo com título ‘Chevrolet Agile com problema’.

Sobre Carlos Augusto 9508 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).