BAHIAGÁS tem o segundo melhor desempenho do país no setor de petróleo e gás, de acordo com revista especializada

A Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás), concessionária estadual dos serviços de distribuição de gás natural canalizado, foi considerada a segunda empresa de petróleo e gás com melhor desempenho do Brasil.
A Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás), concessionária estadual dos serviços de distribuição de gás natural canalizado, foi considerada a segunda empresa de petróleo e gás com melhor desempenho do Brasil.
A Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás), concessionária estadual dos serviços de distribuição de gás natural canalizado, foi considerada a segunda empresa  de petróleo e gás com melhor desempenho do Brasil.
A Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás), concessionária estadual dos serviços de distribuição de gás natural canalizado, foi considerada a segunda empresa de petróleo e gás com melhor desempenho do Brasil.

A Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás), concessionária estadual dos serviços de distribuição de gás natural canalizado, foi considerada a segunda empresa  de petróleo e gás com melhor desempenho do Brasil, de acordo com o “Anuário Melhores do Brasil”, da revista Brasil Econômico.

 A instituição, de economia mista,  controlada pelo governo do estado, e vinculada à Secretaria de Infraestrutura, ficou atrás apenas da multinacional Petrobrás, mantendo-se a frente de tradicionais empresas de petróleo e gás como  CEG, Repsol,  Gasmig, Manati, CEG Rio, Compagas e SC Gás.
Segundo o diretor-presidente da Companhia, Davidson Magalhães, esse resultado comprova o crescimento que a empresa vem tido ao longo dos últimos anos. “A Bahiagás vem se consolidando como uma das mais expressivas empresas de gás do país justamente por levar para cada vez mais baianos a nossa matéria-prima”, explica.

Investimentos no Estado – O Plano de Investimentos 2012-2015 destina recursos estimados em R$ 240 milhões na ampliação da infraestrutura de distribuição de gás natural, nos próximos quatro anos. Os investimentos da Bahiagás em 2011 ultrapassaram R$ 49 milhões, superando em 58% o volume investido no ano anterior (R$ 31 milhões). A definição dos projetos acompanhou a definição estratégica no sentido da desconcentração do desenvolvimento, a partir de dois eixos de expansão econômica. O primeiro acompanha o trajeto do Gasoduto Sudeste-Nordeste (GASENE), e o segundo eixo em torno da Ferrovia Oeste-Leste.

Ao cruzar dados de conjuntura do setor de petróleo e gás com a estratégia geral de interiorizar a política de atração de investimentos privados, os projetos de infraestrutura da Companhia foram elaborados e executados ou estão em fase de execução, a partir dos city-gates situados em Itabuna, Eunápolis e Mucuri. O exercício de 2011 foi encerrado com a interligação de 10 indústrias, 3.253 residências, mais dois postos de gás natural veicular e 21 empreendimentos comerciais.

Ainda no rumo da interiorização, destaca-se o Gasoduto Itabuna-Ilhéus, cujo projeto estará concluído no segundo semestre de 2012 para enfim deflagrar a licitação de um investimentos da ordem de R$ 45 milhões na construção de 35 km de gasodutos e infraestrutura de operação. Fazem parte ainda desse conjunto de projetos, as redes para suprimento dos três novos pólos industriais previstos pelo Governo da Bahia em Feira de Santana, Camaçari e Alagoinhas. Através de novos modais comerciais, GNC (gás natural comprimido) e GNL (gás natural liquefeito), a Bahiagás pretende, nos próximos anos, atender os municípios de Porto Seguro, Teixeira de Freitas, Vitória da Conquista, Jequié, Brumado e Itapetinga, que juntos possuem um mercado potencial na ordem de 400 mil m3/dia.

Carlos Augusto
Sobre Carlos Augusto 9305 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).