Viviano Braiz, acreano radicado em Feira de Santana, fala sobre a trajetória musical e o estilo que desenvolveu ao apresentar o grupo ‘Ponte do Forró’

Viviano Braz, vida dedicada a música.
Viviano Braz, vida dedicada a música.
Viviano Braiz, vida dedicada a música.
Viviano Braiz, vida dedicada a música.

Nascido no estado do Acre, no ano de 1952, em Plácido de Castro, começou a tocar aos 19 anos, Viviano Braz, lançou em 1982, em Brasília, o primeiro disco “No Lago Azul”, pela gravadora Continental, atualmente dirige o grupo musical ‘Ponte do Forró’. A trajetória deste artista é tema da entrevista produzida pelo Jornal Grande Bahia.

Lembrando o início da carreira, Braz comenta:

“O estilo era o ‘antigo brega’, que a gente chamava ‘bregão’. Depois de oito discos que eu gravei pela Continental, houve uma mudança na diretora da gravadora e a dispensa de vários cantores. Então eu passei a gravar na Esquema, no Rio de Janeiro, gravando forró, era o ano de 1994.”

JGB – Atualmente que estilo de forró vocês tocam?

Viviano Braiz – O nosso é um forró cacharari (forró da Amazônia), desconcentrado, cantamos de tudo. Cantamos o forró cacharari e cantamos o forró tradicional, que é o de Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, José Nilton, Sivuca e Dominguinhos.

JGB – O que te trouxe para Feira de Santana?

Viviano Braiz – Cantando forró, fui para São Paulo, na Vila Maria Alta. Recebi um convite de Elias Alves que era locutor da Rádio Sociedade da Bahia e era também cantor de forró e morava em Jacobina. Eu vim direto para Jacobina, para a casa de Elias Alves, fiquei por aqui cantando forró e estou até hoje. Atualmente, contamos com 18 discos gravados. No momento estou com o disco “Forró de Brega”, que eu devo lançar no São João aqui em Feira de Santana, provavelmente na Euterpe Feirense.

JGB – São João 2012, qual a programação de shows?

Viviano Braiz – Nós fazemos uma base de 20 shows por mês. Nosso grupo é muito conhecido, ‘Ponte do Forró’. Eu sou cantor, compositor e toco sanfona. Mas, na banda eu não toco, porque temos um sanfoneiro profissional, o Luiz Paulo. Temos o guitarrista, Agnaldo; baixista, Luciano; Zeca na Bateria, e no triângulo temos o Proibido Cochilar, que é um apelido que a gente colocou. O zabumbeiro é Passarinho e o tecladista Marivaldo. Estamos contratados oficialmente em Baixa Grande, em Imburana e em Luís Eduardo Magalhães.

Carlos Augusto
Sobre Carlos Augusto 9157 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).