Mudança no Ministério de Minas e Energia, Edison Lobão afirma que presidente Dilma Rousseff o quer de volta ao Senado

"Saí da cadeira de senador e voltaria como presidente. É claro que é positivo” disse antes de afirmar que só sai do ministério por ordem de Dilma.
"Saí da cadeira de senador e voltaria como presidente. É claro que é positivo” disse antes de afirmar que só sai do ministério por ordem de Dilma.
"Saí da cadeira de senador e voltaria como presidente. É claro que é positivo” disse antes de afirmar que só sai do ministério por ordem de Dilma.
“Saí da cadeira de senador e voltaria como presidente. É claro que é positivo” disse antes de afirmar que só sai do ministério por ordem de Dilma.

 O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, informou hoje (19/06/2012) durante um evento paralelo à Conferência das Nações Unidas, Rio+20, que a presidenta Dilma Rousseff o quer de volta ao Senado e como presidente da Casa.

“Saí da cadeira de senador e voltaria como presidente. É claro que é positivo” disse antes de afirmar que só sai do ministério por ordem de Dilma.

Lobão participou nesta manhã da abertura do evento Energias Renováveis para o Desenvolvimento Sustentável, no Forte de Copacabana, zona sul do Rio.

Ministro desde 2008, na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, Lobão é senador pelo PMDB. O atual presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), encerra seu mandato em fevereiro de 2013. Caberá ao PMDB, maior bancada na Casa, a escolha do sucessor de Sarney que, em diversos pronunciamentos, já disse que este será seu último mandato.

O regimento interno define que cabe ao partido com o maior número de senadores eleitos no último pleito a escolha para o cargo. O PMDB tem 20 senadores.

Em geral, a bancada peemedebista deixa para o início de dezembro as discussões internas do nome que será indicado para a presidência do Senado. Quando não consegue a unanimidade da bancada, os senadores peemedebistas colocam em votação os nomes apresentados como postulantes.

Lobão diz que governo estuda redução de impostos para baixar preço da energia

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje (19) que o governo federal está estudando reduzir o preço da energia por meio da desoneração de impostos do setor energético. “A geração de energia não é cara. Ela vai se tornando cara na medida em que os impostos, tributos estaduais e federais vão incidindo sobre o preço das tarifas”, disse o ministro, durante evento da Conferência das Nações Unidas, a Rio+20.

Atualmente, são cobrados dez encargos setoriais nas contas de luz, mais os impostos federais, estaduais e municipais. Segundo o Instituto Acende Brasil, os encargos e impostos representam 45,36% do total da conta de luz. No mês passado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a redução da Conta Consumo Combustível (CCC), um encargo pago por todos os consumidores brasileiros para financiar o uso de combustíveis para geração de energia termelétrica nos sistemas isolados.

Lobão admitiu, no entanto, a possibilidade de o preço da gasolina aumentar. “Esse é um assunto que volta a todo momento, e estamos estudando essa questão permanentemente. Mas os preços não sobem na bomba de gasolina há mais de nove anos”, justificou o ministro.

Na semana passada, também durante a Rio+20, Lobão garantiu que não haveria reajuste da gasolina neste ano.

Carlos Augusto
Sobre Carlos Augusto 9162 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).