Deputado Targino Machado espera que Comissão de Ética seja criada na Assembleia Legislativa da Bahia

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Targino Machado: “Espero que que essa Comissão de Ética não seja de ética pequena, grande ou meia ética. Não acredito em meio deputado, meia gravidez, meio ladrão ou meia ética." (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Targino Machado: “Espero que que essa Comissão de Ética não seja de ética pequena, grande ou meia ética. Não acredito em meio deputado, meia gravidez, meio ladrão ou meia ética." (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Targino Machado: “Espero que que essa Comissão de Ética não seja de ética pequena, grande ou meia ética. Não acredito em meio deputado, meia gravidez, meio ladrão ou meia ética." (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Targino Machado: “Espero que que essa Comissão de Ética não seja de ética pequena, grande ou meia ética. Não acredito em meio deputado, meia gravidez, meio ladrão ou meia ética." (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)

O deputado estadual Targino Machado afirmou nesta tarde de segunda-feira (04/06/2012) que a Comissão de Ética precisa ser realmente criada na Assembleia Legislativa da Bahia. Para ele, isso já deveria ter acontecido há muito tempo.

“Espero que que essa Comissão de Ética não seja de ética pequena, grande ou meia ética. Não acredito em meio deputado, meia gravidez, meio ladrão ou meia ética. Pequena ética não é ética, é etiqueta. Essa comissão já deveria ter sido criada há muito tempo. Não quero imaginar que esta comissão seja uma espada que queira se apontar sobre a cabeça de alguns dos pares desta Casa, porque isso seria um processo inócuo de intimidação”, disse.

O parlamentar ainda aproveitou a oportunidade para criticar alguns colegas da Casa, que o julgaram de forma precipitada por ter chamado o governador Jaques Wagner de desgraçado na última semana.

“Quero solicitar aos ferrenhos defensores da ética, que tenham cuidado antes de emitir juízo de valor à respeito da expressão que enderecei ao governo na semana passada. Antes de analisarem isso, alguns colegas não tiveram o cuidado de recorrer ao dicionário, talvez porque o considerem como o pai dos burros. Aprendi desde criança que ele é o pai dos inteligentes. Se eles agissem da mesma forma, teriam visto que fui absolutamente generoso ao adjetivar o governador e seu governo”, afirmou.

Sobre Carlos Augusto 9654 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).