Clima quente na Câmara de Feira de Santana | Marialvo Barreto diz que políticos ligados ao PMDB estão “chateados” com posição de Colbert Martins. Enquanto Frei Cal quer que vereadores entreguem cargos

Segundo Marialvo Barreto, existe uma insatisfação muito grande dos chamados “históricos do PMDB” quanto à aliança.
Segundo Marialvo Barreto, existe uma insatisfação muito grande dos chamados “históricos do PMDB” quanto à aliança.
Segundo Marialvo Barreto, existe uma insatisfação muito grande dos chamados “históricos do PMDB” quanto à aliança.
Segundo Marialvo Barreto, existe uma insatisfação muito grande dos chamados “históricos do PMDB” quanto à aliança.

Marialvo diz que políticos ligados ao PMDB estão “chateados” com posição de Colbert 

A nota pública emitida por um grupo de políticos de esquerda, contra a coligação do PMDB com o DEM, em apoio à candidatura do ex-prefeito José Ronaldo ao Governo Municipal, repercutiu na Câmara. O vereador Marialvo Barreto comentou sobre o assunto na sessão desta terça-feira (19/06/2012).

Ele lamentou a retirada da candidatura a vereador do economista Hosanhan Leite, um dos que subscrevem o documento.

No manifesto, Hosannah, o comunista Sinval Galeão e outros políticos afirmam que José Ronaldo  representa “as forças que deram sustentação aos 21 anos de ditadura militar cruel e sanguinária em Feira de Santana e no país, tendo suas origens políticas na Arena e em seus sequenciais partidos PDS-PFL e hoje com os Democratas em declínio e desagregação social”.

Segundo Marialvo, existe uma insatisfação muito grande dos chamados “históricos do PMDB” quanto à aliança.

Disse que encontrou políticos ligados ao partido que estavam chateados com a posição tomada pelo ex-deputado e dirigente peemedebista Colbert Filho, em apoiar a candidatura de Ronaldo.

Frei Cal diz que só aceita coligação se PTN entregar os cargos 

O vereador Carlos Alberto Costa da Rocha – Frei Cal tem uma condição para aceitar uma coligação do PMDB, partido ao qual é filiado, com o PTN, na eleição para a Câmara, este ano: que os vereadores desta legenda entreguem os cargos que possuem na Prefeitura. “Aí vou disputar com eles de igual para igual”.

Em discurso  na tribuna da Casa da Cidadania, ele disse que não aceita disputar eleição em desigualdade com relação a candidatos do PTN,  salientando que não é “nenhuma criança”.

Segundo Frei Cal, o vereador David Neto, do PTN, sugeriu a ele a coligação deste partido com o DEM e o PMDB.

Em aparte, o vereador Otávio Joel, do DEM, disse que tem saudade do tempo em que os vereadores defendiam seus candidatos a prefeito.

Angelo diz que aliança com PSD não prejudicaria candidatos petistas à Câmara

Uma aliança no pleito proporcional não deverá ser formada de modo a prejudicar os candidatos a vereador do Partido dos Trabalhadores. É o que prevê o vereador Angelo Almeida.

O comentário do vereador petista Angelo Almeida diz respeito a possível aliança do seu partido, o PT, com o PSD, comandado pelo deputado federal Fernando Torres.

Alguns candidatos à Câmara pelo PT estão se manifestando preocupados com a possível coligação, na proporcional, com o PSD.

Argumentam que este partido conta com dois vereadores que buscam a reeleição, ambos muito fortes eleitoralmente, o que dificultaria a vitória de petistas na disputa do Legislativo.

Sabendo deste clima tenso, o vereador Justiniano França fez uma provocação na sessão desta terça-feira, observando as dificuldades que os candidatos do PT à Câmara podem vir a enfrentar.

 “Temos responsabilidade com nosso partido. Os companheiros são os mesmos que disputam eleições desde muito tempo. Vamos dialogar com o entendimento de não prejudicar os companheiros que integram a nossa chapa”, afirmou.

Confiante no apoio do deputado federal e seu grupo político, Angelo disse que Fernando tem dialogado com o PT e entende que Feira “não deve sofrer por quatro anos por decisão equivocada de um dia”.

Vereador propõe à Prefeitura aquisição de imóveis no centro para construção de shopping popular

O Poder Executivo deve decretar o direito de preempção – preferência para adquirir imóvel urbano em razão das diretrizes da política urbana – em imóveis localizados nas avenidas Getúlio Vargas e Senhor dos Passos, com o objetivo de construir um amplo e moderno shopping popular. A proposta é do vereador Marialvo Barreto.

Marialvo recomenda ao Governo Municipal que adquira, entre outros imóveis, o  prédio do antigo Hotel Caroá, o galpão das Lojas Americanas e um imóvel situado entre o prédio do  Caroá e a Prefeitura.

O petista afirma que a decretação da preempção não impede a desapropriação, “caso o poder público municipal queira avançar mais rapidamente para a solução do problema de ocupação das calçadas no centro comercial de Feira de Santana e devolvê-las aos munícipes e visitantes, que precisam se locomover nesta área”.

Em seu entendimento, junto com o shopping popular deve ser modernizado o Centro de Abastecimento, para que este equipamento possa voltar a ser frequentado pela classe média de Feira, e assim, ter a sua capacidade comercial restabelecida.

Ministério Público não autorizou liberação de veículo com som pesado apreendido em operação 

O secretário de Transportes e Trânsito, Flailton Frankles, terá que se explicar no Ministério Público como um veículo equipado com som pesado foi apreendido e liberado duas vezes na mesma semana do pátio da SMTT, afirma o vereador Roberto Tourinho.

O vereador apurou que o veículo teria sido liberado por interferência do secretário Frankles. O líder da oposição disse que denunciou o caso à promotora de Justiça de Feira de Santana, Ana Paula Limoeiro Macêdo, para que o Ministério Público se posicione sobre o assunto.

Segundo ele, a promotora de Justiça que participou da operação disse que o Ministério Público não autorizou a liberação do veículo e que todos os citados terão que prestar dos devidos esclarecimentos.

Denominada de “Cidade em Paz” a operação objetivou fiscalizar o cumprimento da legislação contra poluição sonora e resultou na apreensão de carros que importunavam o sossego da comunidade com uso de equipamento sonoro em alto volume.

O trabalho foi realizado por membros das polícias Rodoviária, Civil e Militar, Ministério Público, Guarda Municipal, secretarias municipais de Meio Ambiente, de Transportes e Trânsito e de Turismo e Desenvolvimento Econômico.

Justiniano cita contratos celebrados durante governo Tarcízio e pergunta quem os assinou

A recente declaração do prefeito Tarcízio Pimenta, de que governou apenas um ano e meio, e que no restante do período – dois anos e meio – administrou compromissos e acordos com a administração passada, foi alvo de comentários na Câmara, nesta terça-feira, pelo vereador Justiniano França.

Ligado ao ex-prefeito José Ronaldo, o vereador democrata questionou quem foi responsável por alguns contratos celebrados pelo Município, durante o governo de Tarcízio, “se não foi ele próprio”.

Lembrou da contratação de empresa da área de tecnologia, em abril de 2009, para digitalização de uma das policlínicas (R$ 9 mil mensais); aquisição de livros da coleção Planeta Leitura, do escritor Ziraldo, para o ensino fundamental em 2010 (R$1,7 milhão) e da compra de material para educação infantil, também em 2010 (R$ 6 milhões)

  “Quem aprovou tais investimentos, se  não foi o atual governo? são programas que não vieram  do governo José Ronaldo”, afirmou.

Disse que não critica as ações: “Apenas faço uma análise da declaração do prefeito (dada durante a convenção do PDT, em que foi homologada a candidatura de Tarcízio à reeleição). Ele afirmou que não governou dois anos e meio. Precisa dizer quem o impediu”.

Líder governista atribui declaração do prefeito a “jogo de palavras” em um discurso

O líder do Governo na Câmara Municipal, vereador Maurício Carvalho, explicou, nesta terça-feira (19/06/2012), em uma rápida discussão política com o oposicionista Justiniano França, sobre uma recente e polêmica declaração do prefeito Tarcízio Pimenta.

Tarcízio teria declarado, segundo a imprensa, que governou apenas um ano e meio do mandato de quatro anos que conquistou nas urnas. O restante, dois anos e meio, foi dedicado a compromissos firmados pela administração passada.

Justiniano apresentou uma série de contratos feitos durante os primeiros anos da administração de Tarcízio e questionou, na Tribuna da Casa da Cidadania, quem teria sido responsável pelos investimentos, se não o prefeito.

 “Foi jogo de palavras; o prefeito quis se referir a compromissos de campanha. Declaração dada em momento de discurso durante uma convenção. Talvez as palavras não tenham sido acertadas”, justificou o líder.

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