Deputada Graça Pimenta ao discursar sobre seca na Bahia chama atenção para a necessidade de apoio por parte dos governos federal e estadual às gestões municipais

Graça Pimenta: O quadro nas regiões atingidas pela seca é desolador. Solo e vegetação secos. Falta d’água e de alimento. É um cenário de terra arrasada. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Graça Pimenta: O quadro nas regiões atingidas pela seca é desolador. Solo e vegetação secos. Falta d’água e de alimento. É um cenário de terra arrasada. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
O quadro nas regGraça Pimenta: O quadro nas regiões atingidas pela seca é desolador. Solo e vegetação secos. Falta d’água e de alimento. É um cenário de terra arrasada. | Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) – Jornal Grande Bahiaiões atingidas pela seca é desolador. Solo e vegetação secos. Falta d’água e de alimento. É um cenário de terra arrasada. | Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) – Jornal Grande Bahia
Graça Pimenta: O quadro nas regiões atingidas pela seca é desolador. Solo e vegetação secos. Falta d’água e de alimento. É um cenário de terra arrasada. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)

Mais de 200 municípios baianos estão prejudicados pela seca. São milhares de pessoas em situação de penúria pelas condições adversas. Feira de Santana, por exemplo, está em situação de emergência desde setembro do ano passado. Preocupada com a situação, a deputada estadual Graça Pimenta (PR) discursou sobre o assunto na Assembleia Legislativa (AL), na manhã desta quinta-feira (03/05/2012).

“O quadro nas regiões atingidas pela seca é desolador. Solo e vegetação secos. Falta d’água e de alimento. É um cenário de terra arrasada. O Governo Estadual tem que agir com presteza. Ir ao encontro das necessidades da população, agilizar as medidas de combate aos efeitos da seca, para garantir a sobrevivência do homem do campo, bem como dos rebanhos. Se temos recursos, com certeza falta sensibilidade”, disse a parlamentar.

Para amenizar a gravidade da situação, os municípios baianos vão receber verba federal. O Ministério da Integração Nacional confirmou a liberação de R$ 20 milhões para que o Governo da Bahia e os municípios atingidos desenvolvam ações de combate à seca no Estado. No pacote de ações também está incluída a concessão de crédito emergencial de até R$ 12 mil para pequenos produtores, com redução de juros para 1% ao ano.

Outra medida é o “bolsa-estiagem” que garantirá o pagamento de R$ 400 reais ao pequeno agricultor que tiver sido prejudicado pela seca. Além do bolsa-estiagem e do crédito emergencial, ainda estão previstas outras ações: a recuperação de poços artesianos, a renegociação dos empréstimos com descontos de até 85%, a construção de cisternas e sistemas simplificados de abastecimento de água em pequenas comunidades.

“Todas essas medidas são emergenciais e bem-vindas. O que ocorre na prática é o excesso de burocracia e o retardamento do repasse dos recursos. Há lentidão também na execução de obras, o torna o sofrimento das populações atingidas ainda mais penoso. É preciso agir rápido. Quem se encontra numa região tórrida, não pode mais esperar a lentidão de providências que já deveriam ter sido tomadas”, concluiu Graça Pimenta.

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