Carne de porco brasileira avança nos mercados argentino e chinês

Carne de porco produzida no Brasil vai para a culinária chinesa e chilena. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Carne de porco produzida no Brasil vai para a culinária chinesa e chilena. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Carne de porco produzida no Brasil vai para a culinária chinesa e chilena. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)
Carne de porco produzida no Brasil vai para a culinária chinesa e chilena. (Foto: Carlos Augusto (Guto Jads) - Jornal Grande Bahia)

A Argentina voltou a permitir a importação de carne suína brasileira. Também a partir de ontem (22/05/2012), a China liberou a entrada de carne de porco sem osso de mais um frigorífico, localizado na cidade mineira de Uberlândia. O fim do embargo argentino à carne suína brasileira foi anunciado pelo Ministério da Agricultura, após reunião com o embaixador do país vizinho no Brasil, Luis Maria Kreckler.

O caso foi discutido na reunião ocorrida na semana passada entre os ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho; das Relações Exteriores, Antonio Patriota; e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, com o ministro das Relações Exteriores argentino, Héctor Marcos Timerman e o secretário do Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno.

No caso da liberação chinesa, o frigorífico de Uberlândia é o quarto  a receber a autorização. Os demais estão localizados em Goiás (1) e Santa Catarina (2).

De acordo com o Ministério da Agricultura, o Brasil continua em negociação para ampliar a lista, com a inclusão de mais 14 frigoríficos. Tudo depende, ainda, de alguns trâmites burocráticos que precisam ser vencidos pelo serviço de inspeção veterinária chinesa. A expectativa é que o processo seja concluído até junho.

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Sobre Carlos Augusto 9616 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).