Presidente da ABAMES, Nadja Viana, aponta EAD como método que pode ser solução para avanço da educação no país

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“Apenas 13,8% dos jovens entre 18 e 24 anos estão matriculados no ensino superior, que equivale a 3,2 milhões de jovens. Percentual inferior à Colômbia e Argentina, que possuem, aproximadamente, 40% dos jovens desta faixa etária matriculados”, comenta o Diretor Executivo do SEMESP – Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo, professor Rodrigo Capelato. A presidente da ABAMES – Associação Baiana de Mantenedoras do Ensino Superior, professora Nadja Viana, acredita que o EAD seja um método que pode ser a solução para o avanço da educação no Brasil, mas, ainda precisam ser desenvolvidas dinâmicas mais eficazes.

Entre 2003 e 2010, os cursos tecnológicos tiveram um crescimento de 497% nas IES privadas. Na Bahia, o índice foi ainda maior, 2.336%. “Esse método de ensino, responsabiliza o estudante pela sua formação. A graduação tecnológica é uma excelente opção, porém ainda não possui o reconhecimento devido, como, por exemplo, os Estados Unidos e alguns países europeus”, comenta a professora Nadja.

Para o professor Marcus Vinícius Anátocles, Diretor Sócio da ANMCHARA Consultoria e Assessoria a população enxerga o EAD como metodologia de estudo, não como modalidade de estudo continuo. A grande concentração de ensino EAD e presencial está no Sul e Sudeste do país. “Por exemplo, 56,6% dos estudantes entre 25 e 39 anos utilizam o EAD como método de estudo. No Brasil, desde 2005, houve um crescimento de 709% nos cursos de EAD, porém o número de vagas não acompanha o número de instituições. A oferta é maior que a demanda”, afirma.

 

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