Empresas que querem se instalar no Parque Tecnológico da Bahia têm até o dia 16 para fazer a inscrição

Jornal Grande Bahia, compromisso em informar.
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Edital disponível no site da SECTI (www.secti.ba.gov.br) é voltado para empresas de base tecnológica

As empresas de base tecnológica interessadas em se instalar no Parque Tecnológico da Bahia, previsto para ser inaugurado no início do próximo ano, têm até o dia 16 de dezembro (2011) para se inscrever no edital, disponível no site www.secti.ba.gov.br. A chamada pública é voltada para empresas e instituições que tenham interesse em desenvolver atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação no TecnoCentro, o prédio central do Parque Tecnológico. Caso sejam selecionadas, elas poderão ficar no espaço por até quatro anos, pagando uma taxa e mais as despesas decorrentes das atividades.

O Parque Tecnológico da Bahia, localizado na Avenida Paralela, em Salvador, vai promover o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado, atraindo pesquisadores e abrigando incubadoras e empresas de base tecnológica. Como lembra o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Câmera, o Parque vai atuar com pesquisa aplicada, isto é, produtos e processos que possam ser absorvidos pelo mercado. Para tanto, a SECTI e a Fapesb (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia) vão conceder bolsas por meio do Programa de Desenvolvimento de Recursos Humanos em Apoio à Pesquisa e Inovação no Parque Tecnológico da Bahia – Bolsas ProPARQ.

Bolsas vão oferecer até R$ 14 mil para pesquisadores 

Através do ProPARQ, o governo estadual concederá bolsas a pesquisadores que atuam em áreas estratégicas do Parque, nos campos de Biotecnologia e Saúde, Energias e Engenharias, e Tecnologia da Informação e Comunicação. A iniciativa é um investimento do Governo do Estado para atrair os melhores pesquisadores do Brasil e do exterior para a Bahia. “O programa de bolsas ProPARQ é uma ferramenta para contribuir que as empresas e instituições consigam atrair e fixar profissionais qualificados no Estado. São eles que vão permitir que o Parque Tecnológico da Bahia desenvolva produtos e processos inovadores com alto valor agregado”, destaca o secretário.

Os valores da bolsa são variados, podendo chegar a R$ 14 mil mensais e a meta é financiar aproximadamente 100 bolsas. O secretário lembra ainda que este instrumento é um diferencial definitivo para a atração de empresas, já que elas têm a garantia de que poderão formar uma equipe qualificada, com os melhores talentos.

As bolsas estão divididas em três modalidades de forma a atender às diversas demandas das empresas e variam de acordo com o grau da experiência, qualificação acadêmica e capacidade demonstrada, além da carga horária que será dedicada aos projetos aos quais o bolsista está vinculado.

Para receber os incentivos do ProPARQ o projeto da instituição ou empresa deve preencher alguns requisitos:

• Ser de uma das áreas prioritárias do Parque Tecnológico da Bahia ;

• Ter uma clara vinculação com as estratégias competitivas da empresa instalada no Parque;

• Demonstrar ter condições materiais de ser executado, seja com recursos próprios ou já captados de fontes financiadoras;

• Poder demonstrar a efetiva utilização dos recursos humanos em atividades dos projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica no Parque;

O número de bolsas por projeto será definido com base em critérios como o investimento total e o tamanho da equipe envolvida, além do grau de novidade dos resultados previstos, a complexidade das atividades e impactos econômico, social e ambiental.

Os recursos para o programa são da Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia e da Fundação de Amparo à Pesquisa, mas outras fontes poderão ser incluídas futuramente.

Maiores informações através do site www.secti.ba.gov.br ou (71) 3116-5857.

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Sobre Carlos Augusto 9974 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).