Em Salvador, Série TCA apresenta The Infernal Comedy, com o ator John Malkovich

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“The Infernal Comedy” – Confissões de um Serial Killer”, com o astro de Hollywood John Malkovich, é o espetáculo que encerra as atrações internacionais da temporada 2011 da Série TCA Ano XVI. O drama para orquestra barroca, dois sopranos e um ator terá apresentação única no dia 3 de novembro, quinta-feira, na Sala Principal do Teatro Castro Alves, às 21 horas. No palco, além de Malkovich, no papel do famoso escritor, jornalista, notório conquistador e assassino em série austríaco Jack Unterweger, o belo canto das sopranos Sophie Klubmann, da Alemanha, e Marie Arnet, da Suécia, e a Musica Angelica Baroque Orchestra, sob a direção musical e regência de Martin Haselböck. “The Infernal Comedy”, escrita e dirigida por Michael Sturminger, conduz a plateia a uma viagem intrigante através da vida e a mente desse personagem da vida real, interpretado por um dos mais prestigiados atores norte-americanos, cuja trajetória artística reúne atuações em cerca de 70 filmes, duas indicações para o Oscar, prêmios no teatro e na televisão. Os ingressos (inteira) custam R$ 120,00 (A a P), R$ 100,00 (Q a Z) e R$ 80,00 (Z1 a Z11).

A Série TCA tem o apoio da Secretaria de Cultura e Fundação Cultural do Estado. Nesta edição 2011 outras grandes atrações internacionais já se apresentaram no TCA: a cantora Sharon Jones & The Dap-Kings, Branford Marsalis Quartet, o pianista Philip Glass e o violinista Tim Fain, dos Estados Unidos; a Orquestra Sinfônica Simón Bolívar, da Venezuela, e o tenor mexicano Ramón Vargas (com a OSBA). No encerramento da Série deste ano, o público terá uma atração brasileira, a premiada Quasar Companhia de Dança, de Goiás, com o novo espetáculo “Céu na Boca”, que fará apresentações nos dias 26 e 27 de novembro.

A Comédia Infernal – Escrita e dirigida por Michael Sturminger, que realizou o projeto com o famoso organista e maestro Martin Haselböck – então à procura de uma nova ligação entre a música clássica e o teatro contemporâneo – “The Infernal Comedy” teve estreia mundial em 2009, em Viena, na Áustria. Com uma abordagem inovadora, a narrativa dividida em oito capítulos é contada através de monólogos que são ilustrados pela música, encorpada por fortes emoções – alegria, ódio, tristeza, amor, desejo – interpretada por duas cantoras líricas renomadas, Sophie Klubmann e Marie Arnet, e pela Musica Angelica Baroque Orchestra, sob a direção musical e regência de Martin Haselböck, que afirma: “a música cria um forte contraponto ao monólogo de Jack. Ela define as personagens femininas, fornecendo-lhes um perfil e personalidade. A expressividade cresce gradualmente, do barroco Vivaldi à grande ópera dos clásicos vienenses… Jack fica surpreso com a quantidade de material emocional que as mulheres podem produzir.”

“Confissões de um serial killer” – O que os compositores Beethoven, Haydn, Weber, Vivaldi e Mozart têm a ver com o assassino em série Jack Unterweger, nascido na Áustria, em 1950? Tudo será revelado nesta peça teatral, baseada na história real de um assassino condenado que, enquanto preso, passou a escrever, sendo aclamado por público e crítica, extrapolando os limites de sua cela. Em 1984, sua autobiografia se tornou um best- seller. A justiça, convencida de que ele era um homem recuperado e reformado, o libertou. Jack tornou-se uma espécie de celebridade no meio literário, participando regularmente de talk shows. Entretanto, durante o período de liberdade, passou a ser suspeito do desaparecimento e, posteriormente, estrangulamento de prostitutas, em Viena, Graz, Praga e Los Angeles. Após fugir do FBI, ele foi preso em 1992, em Miami, e transferido para a Áustria, acusado e condenado por nove homicídios. Jack Unterweger suicidou-se durante o cumprimento da pena, em 1994. A Comédia Infernal é um espetáculo de um homem, ao lado de uma orquestra barroca e duas divas de ópera. Parece uma comédia, mas não é: por trás do ritmo da comédia de stand-up utilizado por Malkovich para mostrar a personalidade deste serial killer para o público, há um clima de psicodrama sinistro, com uma música extraordinariamente bela. Todays Zaman (Istambul)

JOHN MALKOVICH – Aclamado astro norte-americano, nasceu em Benton, Arkansas, em 1953. É atualmente um dos mais importantes atores no cenário internacional. Em 1976, integrou o elenco do Teatro Steppenwolf de Chicago, fundado por Gary Sinise. Sete anos depois, Malkovich se apresentou em Nova York e conquistou um prêmio Obie com a peça “True West” de Sam Shepard. Em 1984 contracenaria com Dustin Hoffman na remontagem da Broadway de “A Morte do Caixeiro Viajante”, que o levou à conquista de um prêmio Emmy, na versão para a televisão. Além de ter atuado em cerca de 70 filmes, ele dirige e também produz longas-metragens. Malkovich foi duas vezes indicado ao Oscar, ambas como coadjuvante, por “Um Lugar no Coração” (1984) e “Na Linha de Fogo” (1993). Também teve papéis de destaque em filmes como “O Império do Sol” (1987), “Ligações Perigosas” (1988) Con Air” (1997, “Quero ser John Malkovich” (1999 e “Queime Depois de Ler” (2008).

MARIE ARNET (soprano) – Intérprete de performances sensíveis e elegantes, nasceu na Suécia e estudou na Academia Real de Música de Londres e no Estúdio Nacional de Ópera. A cantora fez sua estreia europeia como Eurídice em uma nova produção do Orphée et Eurydice na Ópera de Lausanne. Fez Pamina de A Flauta Mágica no Teatro Real de Madri, e também apresentou-se no Centro de Artes Hyogo, no Japão. Seu repertório inclui peças como a Paixão Segundo São João e a Missa em Si menor de Bach, a Segunda e Quarta sinfonias de Mahler, os Réquiens de Brahms e Fauré; o Réquiem de Mozart com a Sinfônica de Londres e Sir Colin Davis em Londres e em Nova York.

SOPHIE KLUBMANN (soprano) – Nasceu em Freiburg/Breisgau, na Alemanha. Em 2006 recebeu um prêmio especial no Mozartfestwettbewerb de Würzburg, além de conquistar uma bolsa de estudos da Fundação Richard Wagner. Concertista das mais requisitadas, domina um repertório que vai do Barroco ao Contemporâneo, e estabeleceu uma forte relação de trabalho com a famosa Akademie für Alte Musik de Berlim, com a qual participou de turnês pela França, Alemanha, Bélgica, Holanda e Luxemburgo. Em 2007, ela interpretou Maria Madalena em The Veil of the Temple de Sir John Tavener no Bahnhof de Hamburgo e Berlim. Desde 2009, a cantora é membro do elenco da Ópera Halle, onde se apresenta em papéis como Franziska de Noite Árabe, Pamina de A Flauta Mágica, Falstaff e Dorinda de Orlando.

MUSICA ANGELICA BAROQUE ORCHESTRA – Fundado em Santa Mônica, na Califórnia, EUA, em 1993, o grupo passou a dedicar-se à apresentação autêntica de música barroca, utilizando exclusivamente instrumentos e práticas de execução de época. Seu repertório inclui obras primas de grandes compositores como Bach, Vivaldi e Händel, assim como peças raras de autores menos conhecidos do período. Seus regentes convidados incluem estrelas como Rinaldo Alessandrini, Giovanni Antonini, Harry Bicket, Paul Goodwin, Rachel Podger e Martin Haselböck, que se tornou diretor musical do Musica Angelica. Além de apresentar suas próprias séries de música orquestral e de câmara, o conjunto colabora com instituições de artes importantes da Califórnia como as Óperas de Los Angeles e Long Beach, Los Angeles Master Chorale, Pacific Chorale e os museus J. Paul Getty e Norton Simon.

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