Em Salvador no TCA, uma noite de Música de Câmara com o pianista e compositor Philip Glass e o violinista Tim Fain

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em-salvador-no-tca-uma-noite-de-musica-de-camara-com-o-pianista-e-compositor-philip-glass-e-o-violinista-tim-fainA Série TCA 2011 – Ano XVI apresenta dois aclamados talentos norte-americanos da música contemporânea em todo o mundo, o veterano pianista e compositor Philip Glass, artista visionário e de influência inovadora, e o jovem violinista revelação Tim Fain, num encontro único, no dia 17 de setembro, sábado, na Sala Principal do Teatro Castro Alves, às 21 horas. O programa “Uma Noite de Música de Câmara” reúne composições de Philip Glass para piano solo acústico ou combinações instrumentais, executadas em solos e duetos, incluindo temas para o cinema: Etudes (1 & 2); Partita for Solo Violin in Seven Movements ; Metamorphosis (4, 6, 10); Music from The Screens (The Orchard, France, The French Lieutenant) e Pendulum. Os ingressos (inteira) custam R$ 120 (filas A a P) R$ 100 (Q a Z) e R$ 80 (Z1 a Z11). A Série TCA tem o apoio da Secretaria de Cultura e Fundação Cultural do Estado.

Com suas óperas, sinfonias e peças para ensembles e instrumentos diversos, além de trilhas sonoras para o teatro e o cinema, Philip Glass conquistou a um só tempo públicos de todas as idades. Poucos compositores conseguiram superar com tamanha competência e riqueza criativa a fronteira que costumeiramente separa o erudito do popular. Aos 73 anos de idade, Glass segue influenciando a vida musical de nosso tempo como nenhum outro compositor vivo.

em-salvador-no-tca-uma-noite-de-musica-de-camara-com-o-pianista-e-compositor-philip-glass-e-o-violinista-tim-fainPor sua vez, Tim Fain, 35 anos, primeiro violinista do Quarteto Rossetti String, é detentor de vários prêmios. Artista dinâmico e forte em obras tradicionais, também é fervoroso defensor de compositores dos séculos XX e XXI. “Carismático, jovem violinista com perfil de ídolo, forte instinto musical e qualidade de primeira classe” (Boston Globe).

PHILIP GLASS (pianista e compositor) – O artista nasceu em 1937 e foi criado em Baltimore, Maryland, EUA. Estudou na Universidade de Chicago, na Julliard School e em Aspen, com Darius Milhaud. Começou a ficar insatisfeito com o que nessa época se chamava de música moderna. Mudou para Europa, onde estudou com a lendária mestra Nadia Boulanger (quem também ensinou o Aaron Copland, Virgil Thomson, Astor Piazzolla e Quincy Jones) e trabalhou em estreita colaboração com o virtuoso do sitar e compositor Ravi Shankar. Voltou para Nova Iorque em 1967 e formou o Philip Glass Ensemble – sete músicos tocando teclados e uma variedade de instrumentos de sopro, amplificados e mixados.

“Minimalismo”- O novo estilo de música que Glass estava desenvolvendo foi eventualmente chamado minimalismo. Ele nunca gostou deste termo e preferiu descrever a si mesmo como um compositor de “música com estruturas de repetição.” Nada é minimalista sobre suas obras. Nos últimos 25 anos, Glass compôs mais de vinte óperas, grandes e pequenas; oito sinfonias; dois concertos de piano e concertos para quarteto de violino, piano, timpanos, e saxofone e orquestra; trilha sonora de filmes variando das novas partituras para clássicos estilizados de Jean Cocteau até o documentário de Errol Morris sobre o ex-secretário de defesa Robert McNamara. Costuma dar palestras, workshops e performances de teclado solo no mundo inteiro, e continua a apresentar-se regularmente com o Philip Glass Ensemble.

World Music – Parcerias tão inusitadas quanto enriquecedoras como, por exemplo, com o teatro de vanguarda de Robert Wilson,a poesia de Allen Ginsberg ou a música de Ravi Shankar, fizeram do compositor norte-americano um dos marcos do panorama erudito das últimas quatro décadas. Através suas composições e incontáveis colaborações com artistas com Twyla Tharp, Allen Ginsburg, Woody Allen e David Bowie, Glass causou um impacto extraordinário na vida musical e intelectual de sua época, associado ao rock, pop e world music.

As óperas Einstein on the Beach,, Satyagraha, Akhnaten e The Voyage, entre outras, são apresentadas nos melhores teatros do mundo. Glass tem escrito música para teatro experimental e para filmes vencedores de Academy Awards como “The Hours” e “Kundun” de Martin Scorsese, enquanto “Koyaanisqatsi,” sua primeira paisagem fílmica com Godfrey Reggio e o Philip Glass Ensemble, pode ser o casamento de som e imagem mais radical e influente desde “Fantasia”. “O mais poderoso compositor do nosso tempo… o que o Glass está fazendo está mudando o rosto de música para nosso tempo e para todos os tempos.” The Daily Telegraph.

TIM FAIN (violinista) – Nasceu em Santa Mônica, Califórnia, EUA. Graduou-se no Instituto de Música Curtis, na Filadélfia, e na Julliard School, onde trabalhou com o compositor e maestro Robert Mann. Destacou-se interpretando o som do violino de Richard Gere no filme Bee Season. Foi escolhido pela revista Symphony como uma das Jovens Revelações de 2006, e pela revista Strad como Destaque entre os Músicos de 2007. Também foi vencedor do celebrado Young Concert Artists International Award, de Nova Iorque.

Tim Fain eletrizou o público em sua estreia no concerto em Nova Iorque no Alice Tully Hall com Gerard Schwarz e a Chamber Symphony, e no Festival Mostly Mozart, no Lincoln Center, com a Orquestra de Saint Luke. Tocando obras de Beethoven e Tchaikovsky a Richard Danielpour e Philip Glass, Fain foi solista com as Sinfônicas da Cidade do México e de Oxford (Inglaterra). Estreou com o Philip Glass Ensemble no Carnegie Hall em uma versão para concerto da ópera “Einstein on the Beach”.

Requisitado músico de câmara, Fain atuou na Sociedade de Música de Câmara do Lincoln Center, Bargemusic em Nova Iorque, Ravinia, Spoleto (Itália), Luzerna (Suíça), Vail Valley e nos Festivais da ilha de Martha Vineyards, entre outros. Sua estreia provocativa no CD de música para violino solo (Image Recordings) reflete paixão inquisitiva e intelecto, através da combinação de antigos e novos trabalhos solos de compositores como Johann S. Bach (1685-1750) e contemporâneos como Daniel Ott, Kevin Puts e Randy Woolf.

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